terça-feira, 20 de novembro de 2012

Evangelista Billy Graham Afirmou muitos evangélicos idolatram poder e dinheiro

http://gospelbrasilnoticias.blogspot.com
Billy Graham
Um dos homens mais respeitados nos Estados Unidos da América, Billy Graham aos 92 anos recentemente afirmou em sua coluna no site Chicago Tribune que evangélicos adoram a ídolos o dinheiro, o poder e as posses, em respota a uma pergunta feita por uma leitora ele não exitou em responder.
 
O evangelista foi mais além e comparou a idolatria à preocupação contemporânea com dinheiro e bens materiais, já em sua fala Billy Graham disse: “Ambos podem facilmente tornar-se “ídolos” que seguimos servilmente e deixamos de lado as coisas mais importantes em nossas vidas.
 
Em vez de servir a Deus, servimos ao dinheiro e às coisas”, ressaltou, citando em seguida o trecho do evangelho de Mateus no qual Jesus advertiu: “Ninguém pode servir a dois senhores …. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”. ainda em sua colocações continuou com algumas afirmações: “Não podemos nos curvar aos ídolos feitos de pedra ou de metal, como as pessoas faziam antigamente (e algumas ainda fazem em diferentes partes do mundo).
 
Mas isso não significa que nós (evangélicos ) não temos nossos próprios ‘ídolos’ hoje. Ou seja, temo que ainda servimos a coisas com a mesma devoção que eles tinham”. o evangelista Billy Graham terminou dizendo: “Certifique-se de seu compromisso com Jesus Cristo, e procure segui-Lo todos os dias. Não se deixe influenciar pelos falsos valores e objetivos deste mundo, mas coloque Cristo e Sua vontade em primeiro lugar em tudo que você faz”.
 
Acredito que mediante a tudo que Billy falou devemos cada um de nós como parte integrante da igreja de Cristo fazer uma auto análise para ver a quem temos servido de fato a Deus ou a mamom ?!
 
PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

sábado, 27 de outubro de 2012

SALMO 23



O SENHOR É O MEU PASTOR
Isto é relacionamento!

NADA ME FALTARÁ
Isto é suprimento!

CAMINHAR ME FAZ POR VERDES PASTOS
Isto é descanso!

GUIA-ME MANSAMENTE A ÁGUAS TRANQUILAS
Isto é refrigério!

REFRIGERA A MINHA ALMA
Isto é cura!

GUIA-ME PELAS VEREDADA JUSTIÇA
Isto é direção!

POR AMOR DO SEU NOME
Isto é propósito!

AINDA QUE EU CAMINHASSE PELO VALE DAS SOMBRAS DA MORTE
- Isto é provação!

EU NÃO TEMERIA MAL ALGUM
Isto é proteção!

PORQUE TU ESTÁS COMIGO
Isto é fidelidade!

A TUA VARA E O TEU CAJADO ME CONSOLAM
Isto é disciplina!
PREPARAS UMA MESA PERANTE MIM NA PRESENÇA DOS MEUS INIMIGOS
Isto é esperança!

UNGE A MINHA CABEÇA COM ÓLEO
Isto é consagração!

E MEU CÁLICE TRANSBORDA
Isto é abundância!

CERTAMENTE QUE A BONDADE E A MISERICÓRDIA ME SEGUIRÁ TODOS OS DIAS DE MINHA VIDA
Isto é benção!

E EU HABITAREI A CASA DO SENHOR
Isto é segurança!
POR LONGOS DIAS
Isto é eternidade.

Que Deus abençoe a todos.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SE VOCÊ SOUBESSE!

“Se você ao menos soubesse…”Jo. 4,10

São as palavras de DEUS para nós.

Nenhuma prelação.

Nenhum discurso.

Nenhum sermão sobre tudo que DEUS fez para nos salvar.

Nenhum dedo apontando nosso passado.

Nada disso.

Só um apelo.

Um apelo à confiança: “Se você ao menos soubesse…”

“Se você ao menos soubesse que EU vim para salvar e não para condenar….

Se você ao menos soubesse que amanhã será melhor que hoje….”

“Se você ao menos soubesse…”

Que palavras melancólicas para sair dos lábios de DEUS.

Se ao menos soubéssemos confiar.

Confiar que DEUS deseja o melhor.

Confiar que ELE está falando sério quando afirma: “Bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais” Jr 29:11

Se ao menos pudéssemos aprender a confiar NELE…

Mas, como é difícil, trememos como o pássaro na borda da janela, esquivando-se da mão que chega para ajudar.

Esquecemos que ELE é o piloto, e nós, SEUS passageiros.

Se ao menos soubéssemos…

Quando ELE lavou os pés dos discípulos, estava lavando os nossos; quando acalmou a tempestade deles, estava acalmando as suas; quando perdoou Pedro, estava perdoando todos os arrependidos.

Se você ao menos soubesse…

ELE ainda faz de nossas tormentas, SEU caminho; de nossos túmulos, SUA prova; de nossa alma, SUA paixão.

ELE não mudou.

ELE poda os galhos para que possamos dar frutos.

ELE chama as ovelhas para que fiquem seguras.

Se você ao menos conhecesse “O dom de DEUS , e quem é o que te diz…”

O dom e O DOADOR. Se você os conhece, conhece tudo o que precisa.


Que Deus abençoe a todos.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

DIGNO DE CONFIANÇA


 “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”
Romanos 12:2

A vontade de Deus é perfeita porque é fundada sobre Seu perfeito e mais Santo caráter.

As implicações dessa verdade são extensas.

Seus propósitos e planos para nós são dignos de absoluta confiança.

Nós nunca devemos nos apoiar em nosso próprio entendimento ou buscar fazer aquilo que é apenas correto aos nossos próprios olhos.

Porém, nós devemos confiar em Deus e obedecer Sua Palavra, as Sagradas Escrituras, que é o meio primário através da qual Sua vontade é revelada:


“A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos.” Sl 19:7-8

O Deus de toda criação está trabalhando na vida de cada Cristão.

Seu trabalho é perfeito e será consumado sem falha.

Essa verdade vai além do que a mente humana pode compreender – o Deus perfeito está fazendo uma obra perfeita em nós para nos fazer perfeitos.

Nem tudo que nos ocorre é vontade de Deus, mas, se nos ocorre foi permitido por Ele e, de uma coisa podemos ter certeza absoluta:

Ele utilizará cada evento em nossas vidas de uma forma que, ao final, contribuirá para o nosso bem.


Que Deus abençoe a todos.


PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Pastores declaram apoio a Haddad

Haddad ganhou livros dos líderes religiosos, que se encontraram e declararam apoio

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, recebeu na tarde desta segunda-feira, 22, o apoio de 20 líderes religiosos, que assinaram um manifesto em prol de sua candidatura.

Além de defenderem o Estado laico e a liberdade religiosa na cidade, os pastores fizeram uma manifestação de solidariedade ao petista após as críticas do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo. "Houve uma reação em relação aos modos com que o pastor (Malafaia) utilizou para ofender a minha pessoa. Houve uma manifestação de solidariedade", argumentou o petista, após o encontro com os evangélicos.


Entre a pauta de reivindicações dos evangélicos, está a manutenção de parcerias com instituições religiosas nas áreas de educação, ações de combate às drogas e a dependência química e programas de assistência social.

Um dos pontos mais discutidos no encontro foi o que os pastores chamaram de "perseguição e o clima de medo" impostos pela gestão Serra-Kassab, através da aplicação de multas e o fechamento de templos religiosos com a aplicação da lei do "Psiu". "Eles estão pedindo apenas o cumprimento da lei", afirmou o petista. Segundo Haddad, os líderes religiosos reclamaram "da maneira arbitrária com que a Prefeitura aplica as multas, desobedecendo regras de fiscalização. O candidato ressaltou ainda que não pretende mudar a lei do "Psiu". "São questões que podem ser equacionadas dentro da legalidade, sem nenhuma alteração", disse o candidato.

O encontro com evangélicos foi articulado pelos coordenadores de sua campanha, entre eles o deputado estadual Simão Pedro e o vereador José Américo, que já se colocou à disposição para promover ajustes na lei do "Psiu", tornando as regras mais claras para a fiscalização. "Eles foram muito perseguidos no governo Kassab/Serra", acusou o vereador.

O manifesto é assinado por representantes da Assembleia de Deus Nipo-brasileira, Assembleia de Deus de Santo Amaro, Igreja Paz e Vida, Convenção dos Ministros da Assembleia de Deus do Estado de São Paulo, Convenção Batista e Convenção das Igrejas Pentecostais. (Com informações da
Agência Estado e do Brasil247)

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

“Malafaia, o arrebentador”

Silas Malafaia é alvo de crítica dentro e fora do meio evangélico
Enviado por folhagospel em 17/10/2012 07:42:09 (123 leituras)
A promessa do pastor Silas Malafaia (foto) de “arrebentar” com a candidatura de Fernando Haddad para prefeito de São Paulo, rendeu críticas severas a ele no meio evangélico e fora.

O reverendo Paulo Siqueira, líder do Movimento pela Ética Evangélica Brasileira (MEEB) e pioneiro do movimento ‘Voltemos ao evangelho puro e simples’, postou em sua página esta semana duras críticas ao pastor Silas Malafaia que tem aparecido em vídeos apoiando o candidato à prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB).

Em seu texto, que fala sobre o domínio de coronéis a grandes empresários, Paulo aponta o pastor Silas como herege, lamentando que o “dinheiro e o poder são os veículos que conduzem a política brasileira”.

“O sr. Silas e sua turma de hereges contemporâneos têm, há muito tempo, deturpado os valores do verdadeiro Evangelho com arrogância, ganância desenfreada, em busca dos valores deste mundo”.

O reverendo destaca que Silas Malafaia não está falando em nome de todos os evangélicos. Segundo ele, a inserção muito forte da religião nas eleições de São Paulo faz com que as pessoas possam ter a impressão de que ele esteja falando em nome de todos os evangélicos.

Paulo ainda sugere que Silas estaria em busca de poder já que dinheiro não lhe falta. “Agora, após conquistar mansões, carros importados, aviões, joias, roupas de grife, ou seja, todos os prazeres que este mundo oferece (porém não sacia e não traz a paz), o Sr. Silas, se apoiando de forma totalmente errônea a versículos isolados da Bíblia, investe na busca do poder político”.

E reafirma que Silas Malafaia não representa os “verdadeiros evangélicos deste país” e que o “povo chamado ‘protestante’ ainda existe, e está atuante, sem temer os poderes deste mundo”.

O pastor diz que está denunciando o erro e chamando a todos para viver um Evangelho puro e simples.

“Por isso que denunciamos e trazemos a verdade, para que o mundo saiba que os valores cristãos estão acima dos valores deste mundo, e que Silas Malafaia e sua turma estão aquém do verdadeiro Evangelho de Cristo. Assim, que todos estejam atentos”.

Recentemente o jornalista Marcelo Carneiro da Cunha, escritor e colunista do Terra Magazine, afirmou que o pastor Silas Malafaia surgiu “de algum lugar escuro e assustador” para opinar a respeito das decisões que o paulistano deve tomar pensando nas necessidades da cidade de São Paulo: “Silas Malafaia não é líder de nenhum partido, não é representante de nenhuma instituição republicana, não é um sujeito particularmente informado da vida paulistana, mas, por algum motivo que me escapa, se sente em condição de vir até aqui para definir a eleição para prefeito da maior cidade do Brasil. Mais: bom cristão, Malafaia cristãmente anuncia que vai arrebentar Haddad. Arrebentar”.

A crítica do jornalista se torna mais enfática contra o pastor da ADVEC: “Arrebentar, lá em casa, é algo que vilões fazem. Vilões arrebentam porque eles são isso mesmo, vilões. Silas Malafaia, ao menos quando o vejo nos programas de tevê, me parece simplesmente um dos sujeitos mais desinteligentes da televisão brasileira, e olhem que estamos falando da televisão brasileira. Aberta”, ironiza.

O descrédito da parte do jornalista em relação ao pastor e sua propriedade para falar sobre os assuntos ligados à eleição municipal em São Paulo parte de episódios anteriores em que o pastor se envolveu em outras confusões: “Eu vivo em São Paulo e nunca me senti precisando de sugestões de qualquer pastor especializado em gritarias para escolher o meu prefeito. São Paulo não me parece uma cidade que dê muita bola para o que um Silas Malafaia tenha a dizer. Tudo que eu o vi fazer até hoje foi babar, soprar, gritar, e casa alguma cair. Estou enganado?”, questiona o jornalista.

Recentemente, uma pesquisa feita pelo Datafolha apontou alto índice de rejeição a candidatos apoiados por lideranças religiosas. Na época, o caso que motivou a pesquisa e ilustrava uma situação atípica era o apoio informal da Igreja Universal do Reino de Deus ao candidato Celso Russomanno (PRB), que não conseguiu votos para estar no segundo turno da disputa, depois de liderar boa parte das pesquisas de intenção de votos durante a campanha.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Malafaia, o arrebentador”, do jornalista Marcelo Carneiro da Cunha:
Eleição, na teoria, era para ser uma disputa entre ideias diferentes, representadas por partidos e candidatos diferentes, apresentadas aos eleitores para que eles escolham o que acha melhor para sua cidade, estado, país, edifício, clube de futebol, ou presidente da associação de boliche do bairro.

Numa eleição em dois turnos, existe a vantagem extra de a gente poder olhar para várias escolhas, tipo gôndola em hipermercado, testar, cheirar, sacudir, colocar e tirar do carrinho, antes de eliminar a todos menos dois. Esses, agora finalistas, recebem tempo extra na tevê e toda a atenção do mundo para que deixem claro a que vieram, o que propõem, que planos mirabolantes podem ter para salvar a cidade do abismo, enfim, governar.

E para governar essa muita coisa chamada São Paulo, temos os candidatos José Serra em um canto do ringue, e Fernando Haddad do outro. Fortes candidatos, com fortes biografias, fortes apoios, e nada que diga que um ou outro, qual Russomanno, vieram de Marte diretamente para assustar as criancinhas no horário eleitoral. Serra e Haddad são pra valer.

E o que deveríamos esperar, portanto, seria o confronto entre um e outro, a comparação entre duas biografias – a de um veterano prefeito, ministro e governador versus a de um jovem e promissor ministro -, a comparação dos respectivos projetos, das respectivas visões, deles e dos seus partidos e aliados; a comparação do que a cidade ganha e perde com um e outro, para então cada eleitor ir até lá e pimba, cravar o seu voto.

No entanto, quem surge querendo ser arma secreta nesse processo, vindo diretamente de algum lugar escuro e assustador onde ele vive e exercita a sua, digamos, profissão, é o nosso estimado Silas Malafaia.

Silas Malafaia não é líder de nenhum partido, não é representante de nenhuma instituição republicana, não é um sujeito particularmente informado da vida paulistana, mas, por algum motivo que me escapa, se sente em condição de vir até aqui para definir a eleição para prefeito da maior cidade do Brasil. Mais: bom cristão, Malafaia cristãmente anuncia que vai arrebentar Haddad. Arrebentar, caros leitores eleitores.

Arrebentar, lá em casa, é algo que vilões fazem. Vilões arrebentam porque eles são isso mesmo, vilões.

Silas Malafaia, ao menos quando o vejo nos programas de tevê, me parece simplesmente um dos sujeitos mais desinteligentes da televisão brasileira, e olhem que estamos falando da televisão brasileira. Aberta.

Ainda assim, ele se considera no direito e em condições de vir até São Paulo arrebentar um dos nossos candidatos a prefeito. E eu pergunto aqui aos meus estimados leitores eleitores: quem deixou? Quem mandou? Quem pediu?

Eu vivo em São Paulo e nunca me senti precisando de sugestões de qualquer pastor especializado em gritarias para escolher o meu prefeito. São Paulo não me parece uma cidade que dê muita bola para o que um Silas Malafaia tenha a dizer. Tudo que eu o vi fazer até hoje foi babar, soprar, gritar, e casa alguma cair. Estou enganado?

Então, como esse sujeito se acha no direito de vir até aqui arrebentar um dos nossos candidatos a prefeito? Eu não acredito que ele tenha o direito de arrebentar qualquer um dos nossos candidatos, e acredito que a única coisa que ele pode arrebentar é uma artéria, berrando daquele jeito, com aqueles olhos de quem viu a bomba.

Malafaia quer arrebentar Haddad porque no Ministério da Educação foi desenvolvido um material de combate ao bullying contra meninos e meninas gays nas escolas públicas. Malafaia quer arrebentar um ministro que combateu a discriminação e a intolerância nas escolas. Malafaia quer dizer à cidade mais tolerante e diversa do Brasil que um ministro que combate a intolerância não pode ser prefeito, justamente de São Paulo.

Pois vou fazer uma previsão aqui, diante dos meus milhares de estimados leitores: vamos ver um burro dando com os burros n´agua. Essa cidade recebe a todos, lida com o todo, aceita a todos, especialmente os que venham pra cá dispostos a gostar dela e nela trabalhar e viver, tornando-se assim, tão simplesmente, mais um paulistano, orgulhoso da sua cidade e da maior riqueza que ela possui, e que é a sua gente, mesmo que nem sempre admita isso em público.

Malafaia diz que vai arrebentar um dos candidatos a prefeito da minha cidade. Pois eu acho que ele vai dar de nariz já em um vidro do aeroporto em Congonhas e a experiência pode ser dolorosa.

Minha sugestão ao Grande Arrebentador é que não venha, não tente fazer isso na minha, na nossa cidade. A vítima, estimado Malafaia, pode ser você. E vai ser você.

Fica a dica.


Fonte: The Christian Post e Gospel +
 A promessa do pastor Silas Malafaia (foto) de “arrebentar” com a candidatura de Fernando Haddad para prefeito de São Paulo, rendeu críticas severas a ele no meio evangélico e fora.

O reverendo Paulo Siqueira, líder do Movimento pela Ética Evangélica Brasileira (MEEB) e pioneiro do movimento ‘Voltemos ao evangelho puro e simples’, postou em sua página esta semana duras críticas ao pastor Silas Malafaia que tem aparecido em vídeos apoiando o candidato à prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB).

Em seu texto, que fala sobre o domínio de coronéis a grandes empresários, Paulo aponta o pastor Silas como herege, lamentando que o “dinheiro e o poder são os veículos que conduzem a política brasileira”.

“O sr. Silas e sua turma de hereges contemporâneos têm, há muito tempo, deturpado os valores do verdadeiro Evangelho com arrogância, ganância desenfreada, em busca dos valores deste mundo”.

O reverendo destaca que Silas Malafaia não está falando em nome de todos os evangélicos. Segundo ele, a inserção muito forte da religião nas eleições de São Paulo faz com que as pessoas possam ter a impressão de que ele esteja falando em nome de todos os evangélicos.

Paulo ainda sugere que Silas estaria em busca de poder já que dinheiro não lhe falta. “Agora, após conquistar mansões, carros importados, aviões, joias, roupas de grife, ou seja, todos os prazeres que este mundo oferece (porém não sacia e não traz a paz), o Sr. Silas, se apoiando de forma totalmente errônea a versículos isolados da Bíblia, investe na busca do poder político”.

E reafirma que Silas Malafaia não representa os “verdadeiros evangélicos deste país” e que o “povo chamado ‘protestante’ ainda existe, e está atuante, sem temer os poderes deste mundo”.

O pastor diz que está denunciando o erro e chamando a todos para viver um Evangelho puro e simples.

“Por isso que denunciamos e trazemos a verdade, para que o mundo saiba que os valores cristãos estão acima dos valores deste mundo, e que Silas Malafaia e sua turma estão aquém do verdadeiro Evangelho de Cristo. Assim, que todos estejam atentos”.

Recentemente o jornalista Marcelo Carneiro da Cunha, escritor e colunista do Terra Magazine, afirmou que o pastor Silas Malafaia surgiu “de algum lugar escuro e assustador” para opinar a respeito das decisões que o paulistano deve tomar pensando nas necessidades da cidade de São Paulo: “Silas Malafaia não é líder de nenhum partido, não é representante de nenhuma instituição republicana, não é um sujeito particularmente informado da vida paulistana, mas, por algum motivo que me escapa, se sente em condição de vir até aqui para definir a eleição para prefeito da maior cidade do Brasil. Mais: bom cristão, Malafaia cristãmente anuncia que vai arrebentar Haddad. Arrebentar”.

A crítica do jornalista se torna mais enfática contra o pastor da ADVEC: “Arrebentar, lá em casa, é algo que vilões fazem. Vilões arrebentam porque eles são isso mesmo, vilões. Silas Malafaia, ao menos quando o vejo nos programas de tevê, me parece simplesmente um dos sujeitos mais desinteligentes da televisão brasileira, e olhem que estamos falando da televisão brasileira. Aberta”, ironiza.

O descrédito da parte do jornalista em relação ao pastor e sua propriedade para falar sobre os assuntos ligados à eleição municipal em São Paulo parte de episódios anteriores em que o pastor se envolveu em outras confusões: “Eu vivo em São Paulo e nunca me senti precisando de sugestões de qualquer pastor especializado em gritarias para escolher o meu prefeito. São Paulo não me parece uma cidade que dê muita bola para o que um Silas Malafaia tenha a dizer. Tudo que eu o vi fazer até hoje foi babar, soprar, gritar, e casa alguma cair. Estou enganado?”, questiona o jornalista.

Recentemente, uma pesquisa feita pelo Datafolha apontou alto índice de rejeição a candidatos apoiados por lideranças religiosas. Na época, o caso que motivou a pesquisa e ilustrava uma situação atípica era o apoio informal da Igreja Universal do Reino de Deus ao candidato Celso Russomanno (PRB), que não conseguiu votos para estar no segundo turno da disputa, depois de liderar boa parte das pesquisas de intenção de votos durante a campanha.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

domingo, 15 de julho de 2012

Comece a namorar hoje?

Por Alan César Corrêa

Quase usei outro título para esse artigo, pensei em usar: “7 Passos para começar um namoro cristão”, mas na verdade 7 passos são poucos, para começar um namoro cristão é necessario uma boa caminhada.

Aqui porêm vou deixar apenas algumas dicas, o resto você tera que ser guiado pelo seu Hitch interior.

Bem, primeiro você precisa de um candidato (a), sem um pretedente acho (eu só acho) que fica impossível começar um namoro.

Esse pretedente deve ser alguém que você conhece, não adianta ser o Luan Santana por exemplo, caso você ainda não conheça seu futuro namorado (a), vai ter que esperar eu escreve um artigo sobre como começar uma amizade… tchau… tchau.

Por incrivel que pareça; existem pessoas que querem namorar com quem não conhece, isso não funciona…sem chance, desiste, “perdeu play boy….”

Esse pretendente alem de ser alguém que você conhece e que te conhece também (claro), não precisa ser exatamente igual a você, pelo menos não no jeito de ser, caso você queira alguém exatamente igual a você deve pensar em uma forma de conseguir namorar consigo mesmo.

Mas deve (obrigatoriamente) ser alguém com os mesmos valores que você, valores éticos, valores bíblicos, deve possuir a mesma fé, não adianta falar que ele (a) também acredita em Deus, isso não é o suficiente, até os demônios acreditam em Deus (Eu não quis dizer que ele é um…rs) olhe os frutos e pare de olhar só a beleza da árvore, mas também olhe a beleza, quem gosta de olhar só o interior é o nosso Paizão.

Você deve também orar a Deus a respeito da pessoa, peça a Deus o discernimento, sabedoria, só não peça para Deus responder se é com ele ou com ela, porque isso é você que vai ter que escolher, não queira fugir da responsabilidade da escolha, mas fique tranqüilos e seja atento pois Deus te dara alguns sinais.

Pra terminar lembre-se do Jesus disse ser necessário fazer antes de realizar um grande projeto em sua vida (como um namoro):

Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar? Para não acontecer que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a zombar dele, dizendo: Este homem começou a edificar e não pode acabar.

Lucas 14:28-30

Bem você precisa fazer uma avaliação, principalmente sua, não adianta seus amigos (as) avaliar pra você, pense bem antes de começar, comece somente aquilo que você acredita que vai ter como terminar (casando).

Não vai pensar que mesmo depois de fazer direitinho tudo isso, você vai esta livre dos riscos do amor, pois como bem disse o poeta, pastor e cantor (Gerson Borges) “Só existem dois lugares onde se está livre dos males do amor, no inferno onde não existe amor e no céu onde o amor é perfeito.”

Deus te abençoe!

E espero te ver no altar!


PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

A partícula sem Deus

Artigo cristão escrito por Michelson Borges

O mundo científico ficou agitado na primeira semana de julho. O Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN) anunciou, no dia 4, de manhã, em Genebra, a descoberta de uma partícula totalmente nova que pode ser o famoso bóson de Higgs, entidade subatômica cuja procura já dura quase 50 anos e que também ficou conhecido como Partícula de Deus. A nova partícula apresenta, em primeira análise, características de massa e comportamento previstas para o bóson de Higgs pelo chamado Modelo-Padrão, a “tabela periódica” da física das partículas.

A matéria sobre o bóson, publicada por um site brasileiro de divulgação científica, termina assim: “Sejamos gratos aos cientistas que descobriram mais uma parte misteriosa da natureza sem a qual nada do que conhecemos hoje existiria, nem sequer nós mesmos.” Assim, atribuem a criação do Universo a uma partícula, não ao Criador de todas as partículas. O site agradece aos cientistas e à partícula, apenas. Por isso, o certo seria chamá-la, do ponto de vista dessas pessoas, de Partícula Sem Deus.

A importância do bóson de Higgs, segundo os físicos, está em sua capacidade de conferir massa às demais partículas. É mais ou menos como uma pessoa que nada em uma piscina e sai dela molhada. As partículas, ao atravessar o “mar de bósons de Higgs”, saem dele com massa. Como isso acontece? Aí você terá que perguntar a um físico… De qualquer forma, a despeito das interpretações filosóficas, as pesquisas realizadas no LHC (Grande Colisor de Hádrons) têm sido muito importantes para entender o mundo das partículas subatômicas.

press release sobre a descoberta procura arrefecer um pouco os ânimos. Diz o texto: “O próximo passo será determinar a natureza precisa da partícula e seu significado para nosso entendimento do Universo. [...] Toda a matéria que podemos ver parece não ser mais de 4% do total. Uma versão mais exótica da partícula de Higgs pode ser uma ponte para entender os 96% do Universo que permanecem obscuros.”

Podemos ver apenas 4% da matéria do Universo. 96% dele permanecem como um mistério para os cientistas. Isso nos dá uma ideia do quão pouco conhecemos sobre o Universo e a realidade que nos rodeia e deveria inspirar muita humildade aos cientistas.

A descoberta do bóson tem 4,9 sigmas de significância. Esses “sigmas” medem a probabilidade dos resultados obtidos. O valor de 4,9 sigmas representa uma chance menor que um em um milhão de que os resultados sejam mera coincidência. Por isso, os cientistas consideram esse número como uma confirmação da descoberta.

Curiosamente, as chances de que o Universo (com suas leis e constantes finamente ajustadas) tenha “surgido” por acaso e de que a vida tenha “aparecido” a partir de matéria inorgânica são ainda menores do que um em um milhão. Mas os cientistas darwinistas encaram essa improbabilidade como fato!

Resumo da ópera: é muitíssimo improvável que o Universo tenha surgido por acaso e conhecemos muitíssimo pouco desse Universo (4%). Logo, não deveríamos excluir a possibilidade de designinteligente na criação do cosmos. Se os números e as evidências factuais não nos falam contrariamente a essa conclusão, o naturalismo se trata unicamente de uma filosofia adotada por qualquer outro motivo que não o que seria oferecido pela ciência experimental.

Entender as partículas – e tudo o que nos rodeia – é uma aventura e tanto do conhecimento e é algo que deve sempre ser estimulado e promovido. Mas por que negar, baseado em opiniões e vontades, a existência do Criador das partículas e do Universo?

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Convide Jesus para pregar em sua igreja!

Artigo cristão escrito por Alan César Corrêa

Em João 6:60 o evangelista nos conta o que as pessoas diziam quando saiam de uma igreja a qual o pregador da noite tinha sido Jesus.

Uns diziam que não pretendiam voltar nunca mais, pois a pregação não agradou em nada.

Outros diziam que tinha sido terrível, foi um discurso duro, seco, inflexível e alguns falavam se tratar de um sermão violento e que nem João Batista pregaria assim!

A pregação de Jesus nesse dia realmente tinha sido severa ou até mesmo violenta como o original (Σκληρός) também nos sugere.
Mas afinal o que aconteceu que Jesus fez doer tanto assim os ouvidos da multidão?


Alguns diziam que em outras ocasiões em que ouviram Jesus pregar, seu sermão não tinha sido tão pesado, pelo contràrio agradava até mesmo as crianças que se aproximavam até ele e com mãos levantadas pediam o colo do amado mestre.

Mas então porque desta vez a igreja ficou vazia antes mesmo da benção apostólica?

Olhando o contexto (desde o versículo 24) nós percebemos que o discurso foi duro por dois motivos.

Primeiro porque Jesus dizia ser Deus (v.42).

Segundo por causa do tipo de público (v.34).

Nesse dia Jesus encontrou a igreja lotada por uma multidão que o buscava motivada pela forma errada, a igreja estava cheia de gente que o buscava por causa de bênçãos materiais (v.34), eles queriam receber do pão que alimenta o corpo e não o Pão do Céu que sacia a alma para sempre.

A multidão foi duramente confrontada por Jesus, pois Ele não pregou o que eles queriam ouvir nem realizou os sinais que eles queriam ver (v.30) apenas mostrou o verdadeiro valor do reino que era possuir não o pão que perece (benção materiais) mas o Pão que desceu do Céu (Ele próprio).

Jesus não atende as expectativas da multidão, e entre multidão (quantidade) e discípulos, Ele escolhe discípulos (qualidade) mesmo sendo um numero pequeno.

Agora que entendemos a forma como Jesus prega quando encontra uma multidão de hedonistas fica uma pergunta, como seria a pregação dEle em sua igreja?

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Maria, mãe de Jesus, e o evangelho de Jesus Cristo

Por Rubens Teixeira

Temos o maior respeito por Maria, digna mulher escolhida pelo Espírito Santo de Deus para gerar o nosso Senhor Jesus Cristo, como também temos por todos àqueles que honraram e honram ao Senhor com as suas vidas. Sobre Maria, Deus testemunhou, em Lucas 1.42, as seguintes palavras: “Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o fruto do teu ventre!”. Entretanto, o propósito da pregação do evangelho é anunciar Jesus Cristo, único que pode garantir a salvação da alma do homem. Em João 14.6, Jesus Cristo declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida.

Ninguém vem ao Pai senão por mim.” Essa declaração mostra que o caminho é Ele, Jesus Cristo, e não Maria, Pedro, João, e tantos outros. Se dedicássemos tempo falando de Maria, ou de qualquer outro personagem bíblico de relevância, em detrimento de mostrarmos o verdadeiro caminho, estaríamos desviando do assunto principal da nossa pregação.

Quanto a Maria ter sido usada como barriga de aluguel, entendemos que todos nós somos propriedade de Deus. E isso é uma honra muito grande. Deus dispõe da sua propriedade da forma que melhor lhe convier. Portanto, não poderíamos supor aluguel de coisa própria, ou seja, Deus alugando o que é seu para si mesmo.

Cremos ter sido uma honra incomensurável para Maria gerar aquele que daria a sua vida para salvar a de toda a humanidade que se dispusesse a aceitar o seu sacrifício. Morreu e ressuscitou, como ele mesmo previu.

Se colocarmos Maria no mesmo patamar de Jesus, estaríamos praticando o pecado de idolatria. João 2.5 mostra Maria dizendo que deveríamos obedecer ao Senhor Jesus. Em Atos 10.25-26, Pedro, quando Cornélio quis adorá-lo de joelhos, disse: “levanta-te que eu também sou homem.” Portanto, a dignidade de Maria, de Pedro e de qualquer outra pessoa, como nós mesmos, é premiada por Deus enquanto vivermos, e o Criador não se esquecerá dela no dia do juízo. Em Hebreus 6.10 diz: “Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do trabalho da caridade que, para com o seu nome, mostrastes, enquanto servistes aos santos [santificados por Jesus Cristo, os que servem ao Senhor Jesus] e ainda servis.” Entretanto, cuidemos para não confundirmos as coisas.

Nós não seremos salvos por obras. Em Efésios 2.8 diz “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus”. A salvação, portanto, é uma dádiva imerecida, conquistada por Jesus Cristo na cruz do calvário.

As pessoas quando partem daqui, com a morte terrena, não mais sabem o que está acontecendo. Qualquer deferência prestada post mortem não é assistida por quem parte. Além de ser pecado de idolatria, como explicamos, dar status de divindade a qualquer outro ser que não mais vive entre nós seria uma ação inócua. Pedro, em At. 4.12, diz: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”.

Portanto, Deus honrou e saberá honrar Maria e aos que lhe forem fiéis com as deferências que ele tem preparado para os que o temem. Em Apocalipse 3.21, o nosso Senhor promete que “ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono”. Tal honraria certamente Maria, os apóstolos e todos os que seguirem a Jesus Cristo farão jus.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

O show precisa acabar

Artigo cristão escrito por Samuel Torralbo

A simplicidade e a praticidade do Evangelho são eventualmente mal interpretadas por muitas pessoas, porque a alma humana é por natureza ritualista e mistificada.

O significado do alcance da graça de Deus em Cristo Jesus torna-se insuportavelmente divinos demais, pelo fato de abolir as barganhas, as performances e os rituais humanos. De modo que, na ausência de discernimento, sutilmente o culto que por direito pertenceria a Deus, torna-se de fato um culto a personalidade humana.

Não quero confundir excelência no culto (o que deve sempre ser buscado) com espetáculo religioso (que ovaciona o ego humano). De modo que, pelo fato, de Deus ser excelente, o culto deve ter no mínimo quatro caráter:

1) Caráter espiritual: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.24

2) Caráter Organizacional: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.” ICo 14.40

3) Caráter Funcional: Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.”I Co 14.15

4) Caráter fundamental: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.” Col 3.16

Dentro desses princípios básicos de um culto a Deus, certamente muitas habilidades, dons e talentos serão perceptivos na congregação cristã, de modo que, é necessária a lembrança de outro principio que também abrange o culto – “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo…” Gl 6.14

Portanto, o culto apresentado a Deus que se manifesta na expressão do espírito em verdade, na exposição da palavra de Cristo, na ordem e na decência, no entendimento, nos cânticos e nos salmos, tem como único alvo a adoração a Deus e a edificação da Igreja de Cristo. Nisto, não existe espaço para a glorificação, exaltação, ou promoção de qualquer personalidade humana.

Porém, infelizmente, muita confusão existe por causa do desconhecimento bíblico do modelo de um autentico culto a Deus. E com isso, o culto passa a dar lugar ao show, entretenimento, espetáculo, e ambiências que descaracterizam o significado de um culto a Deus.

Observo que, o culto essencial a Deus precisa ser resgatado e mantido pela Igreja, enquanto que, o show religioso precisa acabar.

O show das performances humanas precisa acabar, para que, novamente o poder do Espírito Santo possa operar.

O show das palavras de motivação e autoajuda precisa acabar, para que, a palavra de Deus possa gerar arrependimento e mudança nos corações.

O show de lideranças amantes de si mesmas precisa acabar, para que, verdadeiramente pessoas venham ser conduzidas no Evangelho.

O show das experiências mistificadas e pagãs precisa acabar, para que, o Evangelho simples e puro venha transformar vidas.

O show da disputa de poderes institucionais religiosos precisa acabar, para que, a o poder do Evangelho seja a centralidade da vida cristã.

O show das teologias fundamentadas no materialismo e egoísmo precisa acabar, para que, a essência das escrituras possa ser desfrutada e vivenciada na pratica da vida.

O show precisa acabar…e o Evangelho de Cristo, precisa avançar!

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Roupas de banho para evangélicas fazem sucesso no verão do Hemisfério Norte

Além de cristãs, muçulmanas, judias e mórmons querem fugir dos biquínis tradicionais.

por Jarbas Aragão

 
Roupas de banho para evangélicas fazem sucesso no verão do Hemisfério Norte
Uma designer cristã canadense inventou um maiô que esconde as curvas do corpo feminino, cobrindo desde o pescoço  até os joelhos, cobrindo os seios e a barriga. O objetivo é preservar as mulheres dos olhares lascivos enquanto elas se divertem na praia ou na piscina.

A nova linha de moda praia é chamada simplesmente de “Modest”, mas algumas pessoas o estão comparando com os “burkinis”, roupas de banho usadas pelas mulheres muçulmanas nas praias.

Mas sua criadora, Cristal Huyben,  27, disse que teve essa ideia durante a adolescência, quando teve de suportar os comentários e gracejos dos  homens quando ela ia à praia.  Afirma ainda que suas convicções cristãs a fizeram entender que o corpo não deveria ficar tão exposto.

“A modéstia sempre foi importante para mim, porque acredito que nossa a sexualidade é um dom de Deus. É algo que deve ser protegido, não exposto para todo mundo… Eu escolhi me cobrir porque desejo glorificar a Deus com o meu corpo, e guardá-lo para meu futuro marido, se eu me casar”, diz Huyben, que hoje dirige a empresa Simply Modest .

Cada traje de banho sai por cerca de US$ 100 e suas clientes tem outros motivos para usarem o modest além da religião.  Algumas o usam para esconder as cicatrizes ou queimaduras, outras porque sua pele é muito sensível ao sol, e fizeram do modest uma opção para desfrutarem melhor do clima praiano. Existem ainda senhoras “acima do peso”, que estão simplesmente cansadas de verem as lojas vendendo roupas de banho que só ficam bem em meninas com corpos de modelo.

Curiosamente, essa iniciativa não é única. Seis anos atrás, as judias ortodoxas Sara Wolf e Daniella Teutsch, de Nova York, lançaram a HydroChic, linha de roupas de banho para mulheres judias que não querem ou não podem exibir seu corpo.

Chantelle Thomson, empresária de moda praia e proprietária de Diviine Modestee, criou um site voltado para vender roupas de banho para mulheres mórmons. Ela diz que a mídia social tem ajudado a atrair a atenção para sua empresa e já chegou a receber 1.000 pedidos em 48 horas após uma ação na rede social Pinterest.

Thomson conta que fabricou 75.000 maiôs em junho e já vendeu quase todos eles. Ela calcula  que  30% de suas clientes vão comprar por que essa pode ser uma nova tendência.  “Modéstia e sensualidade não são mutuamente excludentes”, acredita Thomson. “Após 10 anos de casamento você deve ainda precisa fazer  a cabeça do seu marido virar. Esse é o meu objetivo”.



PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Você é um “pregador do evangelho” ou um “profissional da fé”?

Artigo cristão escrito por Armando Taranto Neto

 Você é um “pregador do evangelho” ou um “profissional da fé”?
Uma vez mais o Espírito Santo de Deus nos incomoda a fazer uma reflexão. Estamos cumprindo ao ide do Senhor como ensinadores das Santas Escrituras com um sentimento de abnegação e alegria ou como um profissional que, independentemente da vocação, fazemo-lo por um interesse mercadológico, humano e dissociado dos propósitos Divinos?

Vejamos os principais contrastes entre um Pregador do Evangelho e de um Profissional da Fé:

Pregador do Evangelho prega o que agrada ao Senhor;

Profissional da Fé gosta de uma mensagem que agrada ao auditório;

Pregador do Evangelho tem uma mensagem Cristocêntrica e o foco sempre é a Cruz;

Profissional da Fé tem sua mensagem voltada para o homem, por isso passa o maior tempo citando Freud, Platão, Durkheim, etc..;

Pregador do Evangelho sabe que durante sua prédica quem deve chamar a atenção é a Palavra de Deus;

Profissional da Fé se deleita na chamada “Griffe de Pulpito” com aqueles sapatos de três cores, ternos espalhafatosos, relógios dourados, anéis referentes a “Supostas”  graduações, abotoaduras, camisas frisadas de cores berrantes e combinações circences, afinal, quanto mais aparecer, pensam eles, mais ficará  gravada a sua imagem;

Pregador do Evangelho tem prazer em testemunhar do que o Senhor fez;

Profissional da Fé é conhecido por sempre dizer o que fez para Deus;

Pregador do Evangelho faz a obra em qualquer lugar que o Senhor mandar, não se preocupando com o tamanho do auditório e nem se haverá reconhecimento por conta dos ouvintes, pois ele sabe que é cuidado por Deus;

Profissional da Fé tem restrições, não aceita convites para “ministrações” a qualquer tipo de auditório, entenda-se por “tipo” dimensões do templo, etnias (raças) e localizações geográficas;

Pregador do Evangelho sempre chega em seus compromissos antes do início do culto;

Profissional da Fé faz questão de chegar atrasado ao culto, afina ele é a “estrela” da noite, todos devem vê-lo adentrar pelo corredor central envergando toda sua fantasia de “Conferencista” bem como sua malfadada “Maleta Prateada” (aarrrrffff!!!!!)

Pregador do Evangelho é resignado, chora pelas almas e sofre calado;
Profissional da Fé é mercenário, desdenha das almas e a cada convite recebido contabiliza seus lucros;

Pregador do Evangelho é responsável com sua agenda, a não ser por força maior, uma vez assumido o compromisso comparecerá;

Profissional da Fé é irresponsável, sua agenda pode ser alterada facilmente, dependendo dos leilões das “”””Ofertas”””” , quem der mais leva;

Pregador do Evangelho foge da fama, sua natureza não se adapta aos holofotes;

Profissional da Fé é amigo da visibilidade, a fama é sua meta, seu cartão de apresentação é uma “Egolatria” com chamas, poses, caras e bocas, mas lhes falta a unção;

Pregador do Evangelho tem uma referência, Cristo Jesus;

Profissional da Fé sempre tem uma referência pior do que si mesmo.
Mas o que mais me agrada é que tudo isso um dia terá um fim, como registrado em Mt 25.34ss

Pregadores do Evangelho ouvirão dos lábios do próprio Senhor e Salvador Jesus Cristo:

“Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;”

Quanto aos Profissionais da Fé… bem, você sabe para onde eles vão!

Que Deus te abençoe.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

terça-feira, 22 de maio de 2012

Eu e Minha Casa - André Valadão

Ser exemplo: a melhor forma para educar seus filhos

 
 
Ser exemplo: a melhor forma para educar seus filhosHoje em dia, existem várias fórmulas e métodos que muitos pais utilizam como alternativas para educarem e influenciarem seus filhos nas mais diversas situações. Alguns preferem usar como instrumento educador o relacionamento, incluindo o diálogo nesse processo. Outros já partem automaticamente para a agressão física diante de um conflito. Mas existe também os que dizem que algo é errado, só que eles mesmos praticam os erros que não gostariam que seus filhos praticassem.
 
As crianças, de um modo geral, são muito observadoras. Aliás, nós adultos também temos esta mesma característica, de observarmos as atitudes de outros. Por exemplo, olhamos para as pessoas e para as instituições em todos os seus aspectos e desejamos encontrar alguém que seja exemplo de honestidade e coerência em suas posições. No ambiente familiar é a mesma coisa. Os filhos estão de olho na vida de seus pais, buscando neles a inspiração para a formação de seu caráter. Porém, quantas crianças e adolescentes estão crescendo em um ambiente familiar onde os pais lançam suas regras disciplinares, mas eles mesmos estão em falta no cumprimento delas. São pais que dizem: “Filho, não beba, não fume”, mas que são adeptos a tais práticas dentro do próprio lar.

Eles desejam a seus filhos um caminho longe de vícios, como o alcoolismo, mas consomem bebidas na frente deles. Que autoridade um pai ou uma mãe terá, se não vivenciarem o que tanto desejam para seus filhos? Nenhuma. Para ser sincero, pais que ditam algo que contradiz sua atitude pessoal, causam revolta no coração dos filhos. Quer criar seus filhos no laço da revolta? É só se basear no ditado popular que diz “Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”.  Querido, somente através do exemplo é que iremos ter autoridade e crédito nas situações corriqueiras do dia a dia e também nas mais complicadas.
Há alguns que foram criados sem bons exemplos familiares e escolheram ser diferentes de seus pais. Mas esse índice é muito pequeno, pois a influência do que se vê em casa posteriormente refletirá no comportamento. Como você está educando seus filhos? Você tem sido exemplo naquilo que tem desejado para eles ou não? Se sua resposta for sim, parabéns. Continue assim, pois sua imagem será refletida neles. Se a resposta for não, então é tempo de mudanças. Comece por você mesmo. Faça uma auto-análise de suas palavras e atitudes.

Você cumpre o que diz? Suas atitudes são coerentes com as suas palavras?Nós cristãos seguimos uma referência de vida e princípio: Jesus Cristo. Nós o seguimos e o amamos porque seu amor e estilo de vida nos conquistou. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19). Suas palavras combinavam com suas atitudes. Seu exemplo de amor nos marcou, e hoje, pela graça de Deus, temos a convicção que não estamos sozinhos e que temos a vida eterna. Ele é a nossa razão de viver.
Albert Schweitzer foi um teólogo, músico, filósofo e médico alemão, nascido na Alsácia, e autor de uma frase que vem a calhar neste artigo: “Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros – é a única.”.  Lembre-se: meras palavras cansam, atitudes marcam. Conquiste seu lar e seus filhos através de seu exemplo.

Ademir Almeida

Fonte: http://artigos.gospelprime.com.br/ser-exemplo-a-melhor-forma-para-educar-seus-filhos/#ixzz1vd7pnftd

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fatos e Mitos sobre a Pascoa!

Por Augustus Nicodemus Lopes

Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.
A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.

Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração de uma delas em Jerusalém. Sua ressurreição ocorreu no domingo de manhã cedo, após o sábado pascoal. Como sua morte quase que certamente aconteceu na sexta-feira (há quem defenda a quarta-feira), a “sexta da paixão” entrou no calendário litúrgico cristão durante a idade média como dia santo.

Na quinta-feira à noite, antes de ser traído, enquanto Jesus, como todos os demais judeus, comia o cordeiro pascoal com seus discípulos em Jerusalém, determinou que os discípulos passassem a comer, não mais a páscoa, mas a comer pão e tomar vinho em memória dele. Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz.

Portanto, cristãos não celebram a páscoa, que é uma festa judaica. Para nós, era simbólica do sacrifício de Jesus, o cordeiro de Deus, cujo sangue impede que o anjo da morte nos destrua eternamente. Os cristãos comem pão e bebem vinho em memória de Cristo, e isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo.

A Páscoa, também, não é dia santo para nós. Para os cristãos há apenas um dia que poderia ser chamado de santo – o domingo, pois foi num domingo que Jesus ressuscitou de entre os mortos. O foco dos eventos acontecidos com Jesus durante a semana da Páscoa em Jerusalém é sua ressurreição no domingo de manhã. Se ele não tivesse ressuscitado sua morte teria sido em vão. Seu resgate de entre os mortos comprova que Ele era o Filho de Deus e que sua morte tem poder para perdoar os pecados dos que nele creem.

Por fim, coelhos, ovos e outros apetrechos populares foram acrescentados ao evento da Páscoa pela crendice e superstição populares. Nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.

Em termos práticos, os cristãos podem tomar as seguintes atitudes para com as celebrações da Páscoa tão populares em nosso país: (1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião; (2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira; (3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.

Eu opto por esta última.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Você é evangélico? Pense de novo!


Por Marcelo Lemos

Boa parte dos meus leitores já me viu falar sobre “deixar de ser evangélico”. Nem todos reagem bem, o que é compreensível diante do seguinte fato: muitos confundem um sistema religioso autodenominado ‘evangélico’ com o próprio evangelho. Mas, o que muitos parecem não entender neste debate é que considerar-se evangélico tem haver com uma bem definidacompreensão do que é o Evangelho de Cristo. Irei comentar alguns dados históricos e teológicos, e ao terminar espero que o leitor pergunte a si mesmo: Sou realmente um evangélico?

Por razões históricas mais ou menos justificadas, boa parte de nós toma o termo “evangélico” como sinônimo de “não católico”, ou pior ainda, de “anticatólico”. Penso que é uma analise estreita do problema, e sem muito valor teológico. No máximo, tal compreensão tenta nos dizer o que um evangélico não faz, sem esclarecer nada sobre o que ele faz e crê. É bom saber que evangélicos não aceitam a Infabilidade do Papa, a Intercessão dos Santos e o valor das procissões, porém, isso não nos diz nada sobre qual é a natureza do Evangelho.

Então, qual é a natureza do Evangelho? Foi essa a pergunta originou a Reforma Protestante. Foi essa pergunta que dividiu o Ocidente entre “católicos” e “evangélicos”. Lutero não se rebelou contra o Papa, nem contra os dias santos, ou qualquer outra coisa que os evangélicos de hoje odeiam no Catolicismo. Sim, com o tempo, Lutero acabaria combatendo tais coisas, mas não foi isso que deu origem a Reforma. Lutero se deu conta que a Igreja, ou uma parte significativa dela, havia perdido o significado real do que era o Evangelho. De fato, a Religião Cristã estava envolvida em exigências e regras tão pesadas, e vinha mesclando-se a superstições tão absurdas, que a Boa Notícia tornara-se um grande fardo. Lutero compreendeu que a salvação dava-se exclusivamente “pela fé”, e isso mudaria a história do Ocidente.

Se Deus é Santo, se odeia o pecado, e se o homem é tão pecador como a Bíblia diz, que esperança temos de alcançar a salvação? Certamente a esperança não pode estar no legalismo, nem na superstição. Nos dias de Lutero alguns líderes da Igreja ofereciam a salvação a troco de moedas; ritos e sacrifícios eram a oposta de outros. Lutero percebeu o erro ao encontrar na Bíblia que a salvação era um dom, e que nascida da iniciativa de Deus e não dos méritos do homem. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é Dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8-9).

Lutero, e os chamados Reformadores, compreenderam que o Evangelho era extremamente simples. O Evangelho não carece de ritos, estruturas burocráticas ou rituais místicos. O Evangelho resume-se em uma única coisa: confiar em Cristo. Não é algo extremamente simples? De fato é. Porém, ouso dizer que é muito mais simples do que talvez você esteja concluindo ao ler isso. Sim, pois há o risco de confundir a confiança em Cristo com a confiança na fé em Cristo. O Evangelho é tão simples, tão simples, que não pode sequer ser compreendid0 com ter fé na fé! Não precisamos ter fé na fé que temos em Cristo para alcançarmos a salvação – apenas precisamos ter féem Cristo! Ainda que às vezes o cristão possa duvidar de si mesmo, ainda que possa questionar a qualidade da sua fé pessoal, se ele de fato compreende a simplicidade do Evangelho, não questionará a fidelidade de Cristo! Ainda que sua fé seja pequena, frágil e capaz de dúvidas, o cristão joga-se nos braços de Cristo. Se entender isso, compreendeu a simplicidade do Evangelho. “Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo” (II Timóteo 2.13).

O Arcebispo Tomas Cranmer, um dos mais importantes Reformadores da Igreja da Inglaterra, escreveu sobre isso. “A nossa fé em Cristo nos diz isso: ‘Não sou eu [a sua fé pessoal] quem paga os seus pecados, senão somente Cristo; e somente a Ele te envio para tal propósito, esquecendo até mesmo as tuas boas obras, palavras e pensamentos, e colocando tua confiança apenas em Cristo!’”(1). É importante compreender isso: não é a fé quem nos salva, mas a fé em uma pessoa, o Cristo! Dito de outro modo, Cristo é quem nos salva, e a fé é o caminho pelo qual Deus nos conduz a Seu Filho.

Que isso tem haver com ser evangélico? A resposta talvez esteja enublada pela extrema confusão dos nossos dias. Nossos evangelistas pregam as mais variadas e criativas regras para a salvação: desde não tomar Coca-Cola a não escutar Bossa Nova. Nossos pastores nos convencem do valor e da eficiência de ritos como tomar água “orada”, comprar lenços ungidos e coisas semelhantes. Que isso tem haver com ser evangélico? Absolutamente nada, pois nada disso tem haver com tudo aquilo que expusemos até agora! É decepcionante ter de fazer tal denúncia, mas o fato é que a Igreja Evangélica de hoje prega tudo, menos o Evangelho. Parece contraditório, mas “deixar de ser evangélico” pode ser uma manifestação de desejo por voltar a ser, de fato, “evangélico”.
 
Uma multidão de evangélicos troca de salvação mais vezes que de camisa. Se estão bem consigo mesmos sentem-se salvos, mas se estão deprimidos, se percebem que cometeram alguma falha, sua confiança se esvai. Eles se sentem salvos hoje, mas nada garante a respeito de seu próprio futuro. A salvação para eles é algo que depende o que fazem para Deus. Eles acreditam - ainda que não confessem - que a salvação depende de seus próprios méritos. Não são herdeiros de Lutero.

Outros seguem inabaláveis em suas convicções anticatólicas. Porém, isso não lhes impede de acreditar na infabilidade de pastores ou levitas. Combatem a idolatria e a superstição dos outros, mas são incrivelmente tolerantes com suas próprias blasfêmias contra o Evangelho. Não são herdeiros da Reforma!

A pergunta que fica é uma só: você é evangélico? Uma pergunta ariscada, que talvez mostre ao leitor que uma resposta positiva não obriga ninguém a estar preso ao sistema que se apoderou do título.
 
PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"