quinta-feira, 15 de março de 2012

10 Dicas para lider de jovens (indomáveis)

 1.    Nunca cobre a participação de ninguém, sempre faça opção por incentivar a participação. A cobrança se torna um peso para o jovem.

2.    Sempre negocie horários e datas de sua programação, não tente fazer com que eles se ajustem aos seus horários e datas, mas ajuste suas programações a eles.

3.    Se você não liga para seus jovens para saber como eles estão, então também não ligue para convidá-los para a sua programação,você vai transmitir a sensação de que a programação é mais importante que as pessoas.

4.    Tenha programações espirituais que não se pareça com o formato habitual de culto. Seja criativo.

5.    Envolva o maior número de pessoas com atividades especificas, mas combata sempre o ativismo. Fazer por obrigação é horrível.

6.    Não gaste tempo com programações futurísticas se programe apenas para os próximos meses. Se houver problemas com o calendário, reprograme – não fique engessado pela agenda.

7.    Invista no marketing digital, a internet é uma ótima ponte entre você e eles, mas não a única – o contato pessoal é indispensável.
8.    Evite reuniões de planejamento com todo o grupo, sempre transfira suas decisões de forma passiva sem imposição.

9.    Não queira inventar a roda (estratégias, métodos) busque ideias em ministérios bem sucedidos, não tenha vergonha de fazer igual à igreja X ou Y, copie o que  da certo e adéque a sua realidade.

10.    Dedique tempo para relacionamento fora dos momentos de pós-culto, não se limite a vê-los apenas nos dias de culto.
Essas dicas foram extraídas do livro “Diário de um Ministério com Jovens” escrito por Alan Corrêa e Rodrigo Silva.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Igreja Batista em Belém é fechada pela Autoridade Palestina

Cristãos estão proibidos de adorar na cidade em que Jesus nasceu Igreja Batista em Belém é fechada pela Autoridade Palestina.

Na semana passada, Salam Fayyad, primeiro-ministro da Autoridade Palestina (AP), disse a uma plateia de evangélicos de todo o mundo que seu governo respeita os direitos das minorias cristãs. Agora, o pastor Naim Khoury, da Igreja Batista de Belém foram avisados que sua igreja não tem o reconhecimento da AP como instituição religiosa.

A Primeira Igreja Batista resistiu a vários bombardeios durante a Primeira Intifada, mas o documento assinado pelo governo teve um impacto ainda mais devastador sobre ela.

“Eles disseram que a nossa legitimidade como igreja, pelo ponto de vista governamental, não é mais aprovado”, disse Steven Khoury, filho de Naim e pastor assistente. “Eles disseram que não reconhecerão nenhum documento legal de nossa igreja. Isso inclui certidões de nascimento, certidões de casamento e atestados de óbito”.

O pastor Steven afirma estranhar que o anúncio da AP veio logo após a conferência “Cristo no Portão de Entrada”, que reuniu no início do mês cerca de 600 evangélicos de todo o mundo para discutir a teologia do sionismo cristão, que alguns teólogos acreditam que aumenta a expectativa de violência no Oriente Médio e apoia as políticas israelenses de usar armas para se defender.

Na noite de abertura da conferência, Salam Fayyad disse à assembleia que seu governo respeitava os direitos dos cristãos. Palestinos comemoram feriados religiosos junto com cristãos, funcionários da AP participam das celebrações de Natal e até mesmo assistem à missa da meia-noite no Natal, disse Fayyad.

“É isso que significa ser um palestino”, disse Fayyad, acrescentando que o AP sente um profundo senso de responsabilidade pelos lugares sagrados e permite o acesso irrestrito aos locais de significado espiritual nas áreas sob seu controle.

No entanto, os cristãos de Belém dizem que há um sentimento anticristão crescente. O pastor Khoury diz que eles se sentem pressionados a converter-se ao islamismo, que seria “A verdadeira religião”.

Desde que Autoridade Palestina tomou o controle da cidade, é a segunda vez que a igreja batista é proibida de cultuar. Fundada em 1980, o pastor Khoury entende que o motivo é simples: “Essas pessoas que não gostam do que estamos fazendo e da mensagem que nós oferecemos”.

A mensagem da igreja tem sido a de reconciliação, diferentemente do que muitos pensam. Perto da barreira de segurança ao lado do campo de refugiados em Belém há uma imagem que retrata bem o sentimento dominante. Dois jovens palestinos atiraram pedras e outro é preso por soldados israelenses. Ao lado da imagem, o artista escreveu em francês e inglês a frase “Nós não podemos viver, por isso apenas esperamos pela morte.”

A família Khoury disse que vai procurar os membros do Congresso dos Estados Unidos para chamar a atenção do mundo para o que está acontecendo com a Primeira Igreja Batista em Belém.

Traduzido e adaptado de Charisma News
PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

OS PASTORES DE ABRÃO E OS PASTORES DE LÓ

Armando Taranto Neto

“(…) Pelo que houve contenda entre os pastores do gado de Abrão, e os pastores do gado de Ló. E nesse tempo os cananeus e os perizeus habitavam na terra. (…) (Gênesis 13.7)

A Bíblia é mesmo um livro surpreendente.

Logo após a chamada e a saída do então Abrão de sua parentela, chega um momento crucial da jornada do patriarca. Ele deveria ter saído apenas com sua esposa e empregados, mas resolveu levar o pai Terah e seu sobrinho Ló.
A vida de Abrão foi marcada por altares, poços e tendas. Ló nunca demonstrou envolvimento nas questões que tiraram Abrão de sua terra, ou seja, Deus nunca esteve nos planos de Ló. Ló é um exemplo daqueles que seguem os que servem a Deus. Acompanham enquanto podem usufruir alguma coisa dos que verdadeiramente tem propósitos com Deus. Ló estava preocupado com as regalias que poderia ter enquanto seguia seu tio, mas não projetava nenhum compromisso com o Deus de Abrão.

Como ninguém consegue enganar por muito tempo, chega então o momento da verdade, em que os pastores de Abrão começam a contender com os pastores de Ló. Começam os conflitos de propósitos. É assim que acontece também nos dias de hoje, os pastores do gado de Abrão nunca se entenderão com os pastores usurpadores do gado de Ló.
O foco de Ló e de seus pastores está registrado no versículo 10 do mesmo capítulo 13 de Gênesis:

“ (…) Então Ló levantou os olhos, e viu toda a planície do Jordão, que era toda bem regada (antes de haver o Senhor destruído Sodoma e Gomorra), e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, até chegar a Zoar. (…)”

Em meio a crise dos pastores, o então, Abrão, sabiamente pede para Ló escolher seu caminho, a saber que, conforme o destino que viesse a escolher Abrão tomaria a direção diametralmente oposta.

Ló levanta seus olhos e escolhe as campinas verdejantes, que era “parecida com o Jardim do Senhor”, parecia, mas na realidade não era. Ló escolheu ir para Sodoma, e com ele foram os “Pastores de seu gado”.

Ló é o exemplo da Teologia da Prosperidade que tem seu foco nas aparências, na ilusão, naquilo que parece ser de Deus, mas é Sodoma, é vaidade, satisfação terrena e carnal, não querem renúncia, mas só usufruir das “Benção”, que, segundo sua interpretação herética, Deus é “Obrigado a dar”.
Por incrível que pareça, o nome Ló em hebraico tem a mesma pronúncia da palavra “NÃO”.   Exemplo a não ser seguido.

Com Ló seguiram sua família, bens, e “pastores”.

No final das contas, por misericórdia, o Senhor manda anjos a Sodoma para salvar Ló e sua família. Sua esposa se demora (olha para trás), é transformada em estátua de sal; se salvam Ló e suas duas filhas. A Bíblia não menciona mais seus “Pastores”. Resultado: as filhas de Ló o embebedam e cometem incesto com o pai, gerando a dois filhos, Amon e Moabe. Estes frutos de Ló se tornariam nações e seriam a pedra no sapato de Israel em toda a sua história de conquista na terra da Palestina. Foi a desgraça gerada daquele que nunca teve vontade de servir a Deus, mas apenas aproveitar das Suas bênçãos.  Assim como a Teologia da Prosperidade é a maldição que está impedindo tantos crentes de se chegarem ao verdadeiro evangelho.

Abrão, por sua vez, escolheu o deserto, a renúncia, a dificuldade, a escassez, a seca, a dependência única e exclusiva do Senhor.

Em Gênesis  15. 5-6 o Senhor aparece a Abrão e lhe diz:

“ (…) Então o levou para fora, e disse: Olha agora para o céu, e conta as estrelas, se as podes contar; e acrescentou-lhe: Assim será a tua descendência.  E creu Abrão no Senhor, e o Senhor imputou-lhe isto como justiça.(…)”

Que gritante diferença!  Ló levantou os olhos e viu as campinas de Sodoma, Abrão levantou os olhos e viu o céu e as promessas do Senhor.

Não sei que tipo de pastor tu és.

Não sei quais são os teus propósitos.

Não sei que tipo de evangelho tu pregas.

Mas se ainda resta algum temor do Senhor em teu coração, rompa com a ilusão das campinas verdejantes e da maldição, mergulhe de vez nas promessas que te aguardam no meio do deserto, tua benção te aguarda lá.

Jesus te abençoe.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Pr. Ricardo Gondim rompe com o “Movimento Evangélico”

O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, anunciou em seu site, através de um artigo, que está rompendo com o Movimento Evangélico. 

Narrando suas experiências religiosas desde adolescência, quando abandonou o catolicismo inquieto pelo que chamou de “dogmas” da igreja romana, o pastor falou sobre o que o fez romper com a Igreja Presbiteriana e com a Assembleia de Deus, exemplificando cada caso.

Agora, se dizendo sem saber para onde ir, afirma que está querendo “apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos” e que não abandonará sua vocação de pastor e continuará servindo na Betesda.

Os motivos listados por Gondim em seu artigo reclamam da transformação do evangelho em negócio, e se diz “incapaz de tolerar” a transformação da fé em negócio. “Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia”, acusa o pastor.

A falta de afinidade com os grandes líderes evangélicos nacionais também é colocada como uma questão de peso e decisiva para o rompimento: “Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis”, afirma o pastor, sem citar nomes.

Em mais uma crítica direta à teologia da prosperidade, que tem sido priorizada em diversas denominações, o pastor Gondim afirma que a igreja se tornou inútil ao pregar essa mensagem: “No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus”.

Um texto publicado pelo jornalista Paulo Lopes, atribuído a José Geraldo Gouvêa, ateu declarado, afirma que “Gondim não tem para onde ir, a não ser os braços do ateísmo”. O autor do texto afirma se identificar com o pastor, “uma espécie de Leonardo Boff evangélico”, fazendo menção ao ex-frei e crítico ferrenho da Igreja Católica.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Senador Evangélico (Batista) Walter Pinheiro é o novo líder do PT no Senado Federal

Novo líder do PT no Senado Walter Pinheiro (Foto: José Cruz / Agência Senado)

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) é o novo líder da bancada no Senado.


A decisão foi anunciada às 12h30 desta quarta-feira (01/02), ao final da reunião de senadores petistas.

Pinheiro destacou-se em 2011 por sua atuação como relator do Plano Plurianual (PPA) para o período 2012-2016. No ano passado, ele também relatou a Lei de Acesso à Informação e a regulamentação da TV por assinatura.

Conheça o perfil do parlamentar:

Natural de Salvador (BA), Walter de Freitas Pinheiro começou a carreira profissional na antiga Telebahia no final da década de 70, na chefia de importantes centros de manutenção e operação na capital.

Sua trajetória política começa no sindicalismo. No Sinttel (Sindicato dos Telefônicos), exerceu a presidência na Bahia; foi fundador da CUT, secretário geral e membro da direção nacional da entidade; coordenou o Movimento Nacional em Defesa do Serviço Público e das Estatais e foi o responsável pela primeira experiência de federação independente com a construção da FITTEL (Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações), assumindo sua coordenação geral.

Evangélico (Batista) Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), disputou sua primeira eleição em 1986 como candidato a deputado estadual; em 1992, foi eleito vereador de Salvador, assumindo a liderança da bancada e escolhido pela imprensa entre os melhores da capital. Na quarta e última eleição para deputado federal, em 2006, obteve o maior número de votos do PT no Brasil – 200.894 votos em 414 do total de 417 municípios baianos.

Em 2008, assumiu a presidência da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, colegiado do qual sempre foi titular; o programa Banda Larga nas Escolas foi fruto de acordos intermediados com governo, empresas e a comissão durante sua gestão. Assim também a negociação para que as operadoras, em contrapartida à implantação da tecnologia 3G, façam chegar sinal de celular a todos os municípios brasileiros.

Em 2009, Pinheiro se licenciou para assumir, a convite do governador Jaques Wagner, a pasta de Planejamento do Governo da Bahia, com a tarefa de garantir investimentos para o estado em um ano de crise financeira mundial. Para encarar o desafio, foi fundamental o traquejo político, institucional e técnico de Pinheiro na articulação entre União e Congresso Nacional.

Dedicado, Pinheiro experimentou na gestão do Planejamento o mesmo destaque que teve na Câmara dos Deputados: desde o seu primeiro mandato de deputado federal, figurou na lista dos cem mais influentes parlamentares do Congresso. Tanto que a ausência do seu nome em 2009, por estar licenciado do mandato, mereceu uma nota do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), responsável pelo estudo.

Walter Pinheiro se elegeu senador da República em 2010 com 3.630.944 votos, sendo o mais votado na Bahia.

Com informações do site do senador Walter Pinheiro


PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sarah Sheeva da show de Bíblia em muitos tele-pastores no "De Frente Com Gabi"



PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Pastores poetas, cantores na Globo, líderes na TV – e o evangelho onde está?

Inúmeros comentários têm sido gerados por causa da participação de alguns pastores, lideres e cantores em diversos segmentos da mídia....

Pastores poetas, cantores na Globo, líderes na TV – e o evangelho onde está?
Inúmeros comentários têm sido gerados por causa da participação de alguns pastores, lideres e cantores em diversos segmentos da mídia. De modo que, em primeiro momento não censuro a participação da igreja em diversos meios de comunicação, pelo contrário, e é exatamente pelo fato de acreditar que a missão da igreja é de pregar o Evangelho de Jesus, que lamento quando vejo alguns cantores e lideres tendo a oportunidade de falar da mensagem de Jesus, ficarem poetizando, cantando ecumenicamente e falando de tudo, menos do Evangelho nos principais canais de televisão.

Quero acreditar que estes líderes e cantores não entenderam de fato o que é a mensagem e a missão da Igreja – podendo apenas nesta hora ser conhecidos como evangélicos de sucesso, mas infelizmente desprovidos de evangelho. Prefiro acreditar assim, para não pensar que estão negociando ou anulando a mensagem que eles conhecem e sabem que devem pregar – pois sendo assim, em algum momento terão que esclarecer a omissão diante de Deus.

O objetivo não é julgar, mas apenas expressar minha tristeza em acompanhar pastores falando de poemas de Chico Buarque, Carlos Drummond de Andrade ou cantores evangélicos oferecendo melodias ecumênicas que transmite apenas uma “mensagem positiva”, enquanto que, poderiam falar para o Brasil que todos pecaram e por isto o mundo geme, sofre e colhem diariamente os frutos da morte, anunciar que todos estão debaixo da ira de Deus, mas que, a boa noticia é que Deus estava em Cristo Jesus reconciliando o mundo.

O homem pós-moderno precisa saber que o Evangelho não é poesia ou uma mensagem positiva, mas é o poder de Deus para salvação – procure fazer poesia olhando para Cruz e vendo o Justo ensanguentado, enquanto os espinhos inflamam sua cabeça, os pregos rasgam suas mãos, os açoites dilaceram o seu corpo, pessoas cospem no seu rosto, sacerdotes blasfemam do seu nome, e por fim, o Pai vira o rosto por casa do pecado que recaiu sobre Ele – certamente diante desta mensagem nenhum mortal consegue fazer poesia, ou filosofar, mas a reação é de arrependimento, angustia, lamento e gratidão pelo sofrimento e sacrifício de Jesus para salvar o homem do pecado e do juízo eterno.

As pessoas estão caminhando para o inferno e alguns pregadores estão falando de prosperidade material e poesia. Milhares de indivíduos estão recebendo o salário do pecado – a morte, enquanto que, cantores gospel estão diante de milhões de pessoas cantando no calderão do huck sobre o “som pro verão”, “ o happy day”, e outras canções que falam alguma coisa, mas não comunicam o evangelho.

A urgência de se pregar a mensagem do evangelho pode ser medida, somente quando se entende o significado do que é uma alma separada de Deus e condenada eternamente ao inferno. De modo que, ou a igreja (representada por esses cantores e lideranças) não está entendendo a urgência da mensagem, ou estão tão embriagados com o vinho da fama e do sucesso, que já perderam a essência do chamado e da vontade de Deus.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

As bem-aventuranças dos pastores "idiotas"

Geremias do Couto

Bem-aventurados
sois vós, "pastores idiotas", quando fordes xingados com este epíteto simplesmente por acreditardes no que disse Jesus: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem consomem, e onde os ladrões minam e roubam" (Mateus 6.9). Tal ato insano, ao invés de vos maldizer, mostra que ainda estais firmes na verdade.

Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", que não sucumbistes aos "encantos" da teologia da prosperidade por compreender que "os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína" (1 Timóteo 6.9). Não vos entristeçais, nem penseis que estais sozinhos. Há muitos outros "idiotas" convosco, inclusive o apóstolo Paulo.

Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", por não vos curvardes aos arautos que vos maltratam em virtude de crerdes que aos ricos deste mundo a Palavra de Deus ordena: "Não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas" (1 Timóteo 6.7). Tal maldição é, na verdade, um reconhecimento de que pondes a vossa confiança não nas riquezas desta vida, mas na abundância que vos é dada para a glória de Deus.

Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", que resistis aos apelos dos que vos querem enredar com o brilho do ouro que perece, porque vós bem sabeis que é vosso dever continuardes a ensinar às suas ovelhas "que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis" (1 Timóteo 6.18). Saibais que outros "pastores idiotas" iguais a vós foram já recebidos na glória e aguardam o precioso galardão.

Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", porque não perdestes a visão da semeadura e, por isso mesmo, sabeis que não se ganham almas com o glamour das riquezas humanas, mas com a sementeira do evangelho. Sem esquecerdes da advertência da parábola do semeador, que diz: "Os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera" (Mateus 13.22).

Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", por não perfilardes o triunfalismo da pregação humanista, centrada no homem, que enriquece a quem prega e defrauda a quem ouve. Ainda que vos pareça estardes "fora do modelo contemporâneo", alegrai-vos porque continuais apegados ao modelo bíblico, que diz: "Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gálatas 6.14).

Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", que embora injuriados pela vossa pregação "arcaica", ainda carregais no bolso do vosso coração a credencial de servo do Altíssimo, enquanto alguns já a trocaram pelas credenciais de semideus, arrogante e soberbo e usam-na ao sabor das circunstâncias para se locupletarem em cima da lã de suas ovelhas.

Bem-aventurados sóis vós, "pastores idiotas", que, enquanto alguns voam os céus do mundo em modernos jatinhos, trafegam as grandes avenidas em luzentes automóveis e se deleitam nos mármores de grandes mansões, o vosso prazer é estar junto das ovelhas, alegrardes com elas e, se preciso for, dar por elas a vossa própria vida. Não vos esqueçais que outros "idiotas" iguais a vós se encontram já no Reino do Pai.


Bem-aventurados sois vós, "pastores idiotas", que preferis o "prejuízo" da coerência, da fidelidade a toda prova aos princípios imutáveis da Palavra de Deus, do que sucumbirdes - ainda que tentados - às lentilhas que se vos oferecem para amenizar eventuais necessidades imediatas. Mais vale o pão dormido da consciência tranquila do que os banquetes da consciência aprisionada.


Bem-aventurado sois vós, "pastores idiotas", pelo modo como sois tratados por amor do nome do Senhor e por não vos enredardes pelo brilho passageiro da glória humana. Não sois melhores por isso, mas também não sois piores. Todavia, enchei o vosso coração de alegria porque o vosso nome faz parte da galeria dos heróis da fé que professam somente a Cristo e têm Deus como o bem maior da vida. Tende como lema o que Paulo ensinou: "Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos" (Filipenses 4.4).

Assina um "idiota" como todos vós.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Muito Mais que Um Pregador

John MacArthur

Quais são as responsabilidades do pastor, além de pregar e estudar?

A resposta para a sua pergunta está no título que você usou: pastor. Este título é cheio de significado e estabelece as principais responsabilidades de um ministro.

Uma das metáforas favoritas de Jesus para a liderança espiritual, uma que Ele utilizava freqüentemente para descrever a si mesmo, era a de pastor – uma pessoa que supervisiona o rebanho de Deus. Um pastor guia, alimenta, cria, conforta, corrige, e protege – responsabilidades que caem sobre todo líder de igreja. Na verdade, a palavra pastor quer dizer pastor de ovelhas.

"Como ovelhas perdidas, pessoas perdidas precisam de um resgatador – um pastor - para conduzi-las à segurança do aprisco."
Pedro escreveu estas palavras a presbíteros que deveriam estar familiarizados com ovelhas e pastoreio:
"Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, (...) pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.” (1 Pedro 5:1-4)

Para oferecer-lhe um quadro mais completo do seu papel como pastor, aqui vai um panorama sobre a natureza das ovelhas, a tarefa dos pastores, e como eles se comparam ao papel do pastor na igreja. Note os princípios de liderança eclesiástica que eles contêm. Eles determinam o que deveria preencher a sua agenda como pastor.

Pastores São Resgatadores
Uma ovelha pode estar completamente perdida a apenas alguns quilômetros de sua casa. Sem senso de direção e sem instinto para achar o aprisco, uma ovelha perdida normalmente ficará vagando de um lado para outro em um estado de confusão, desassossego, e até mesmo de pânico. Ela precisa de um pastor para trazê-la para casa.

E assim quando Jesus viu as multidões, perdidas, espiritualmente desorientadas e confusas, Ele as comparou a ovelhas sem pastor (Mateus 9:36). O profeta Isaías descreveu as pessoas perdidas como aquelas que, tal qual a ovelha, andam desgarradas - cada uma se desviando pelo caminho (Isaías 53:6).

Como ovelhas perdidas, pessoas perdidas precisam de um resgatador – um pastor - para conduzi-las à segurança do aprisco. Um pastor faz isso conduzindo os perdidos para Jesus, o Bom Pastor que dá Sua vida pelas ovelhas (João 10:11).

Pastores São Alimentadores
Ovelhas passam a maior parte das suas vidas comendo e bebendo, mas elas atentam para a sua dieta. Eles não sabem a diferença entre plantas venenosas e não-venenosas. Por isso o pastor tem que vigiar a dieta delas cuidadosamente e tem que proporcionar-lhes pasto rico em nutrientes.

Em Seu encontro com Pedro, descrito em João 21, Jesus apontou-lhe a importância de alimentar as ovelhas. Duas vezes em Sua ordem para Pedro, Jesus usou o termo grego bosko que significa "eu alimento" (vv. 15, 17).

"O recurso mais importante de liderança espiritual é o poder de uma vida exemplar."

O objetivo do pastor não é agradar a ovelha, mas alimentá-la. Não é coçar-lhe os ouvidos, mas nutrir-lhe a alma. Ele não deve oferecer meros lanches rápidos de leite espiritual, mas a carne substanciosa da verdade bíblica. Aqueles que não alimentam o rebanho são inadequados para serem pastores (cf. Jeremias 23:1-4; Ezequiel 34:2-10).

Pastores São Líderes

Pedro desafiou seus companheiros presbíteros a "apascentar o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele" (1 Pedro 5:2 - ARC). Deus confiou-lhes a autoridade e a responsabilidade de conduzir o rebanho. Os pastores são responsáveis pela forma como lideram, e o rebanho pela forma como segue (Hebreus 13:17).

Além do ensino, o pastor exerce liderança do rebanho pelo seu exemplo de vida. Ser um pastor exige viver entre as ovelhas. Não é tanto uma liderança vinda de cima, mas uma liderança vinda de dentro. Um pastor eficiente não reúne suas ovelhas vindo por trás delas, mas conduz o rebanho indo à frente. Elas o vêem e imitam suas ações.

O recurso mais importante de liderança espiritual é o poder de uma vida exemplar. 1 Timóteo 4:16 instrui um líder de igreja: "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes."

Pastores São Protetores
Ovelhas são quase completamente indefesas - elas não conseguem chutar, arranhar, morder, saltar, ou correr. Quando atacadas por um predador, elas amontoam-se em vez de sair correndo. Isso as transforma em presas fáceis. Ovelhas precisam de um pastor que as proteja para que possam sobreviver.

Cristãos precisam de proteção semelhante contra o erro e contra aqueles que o disseminam. Os pastores impedem suas ovelhas espirituais de se desviarem, defendem-nas contra os lobos selvagens que de outra forma as destruiriam. Paulo preveniu os pastores de Éfeso a ficarem alertas e protegerem as igrejas sob o cuidado deles:

"Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue. Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles." (Atos 20:28-30).

Pastores São Confortadores

Ovelhas não possuem um instinto de auto-preservação. Elas são tão humildes e mansas que se você as maltratar, elas são facilmente esmagadas em espírito e podem simplesmente render-se e morrer. O pastor tem que saber os temperamentos individuais das suas ovelhas e tomar cuidado para não infligir tensão excessiva. Conseqüentemente, um pastor fiel ajusta seu conselho à necessidade da pessoa a quem ele está auxiliando. Ele deve “admoestar os insubmissos, consolar os desanimados, amparar os fracos e ser longânimo para com todos.” (1 Tessalonicenses 5:14).

O Bom Pastor e os seus "Subpastores"
Jesus é o exemplo perfeito de um pastor amoroso. Ele engloba tudo o que um líder espiritual deveria ser. Pedro O chamou de "Supremo Pastor" (1 Pedro 5:4). Ele é nosso grande Resgatador, Líder, Guardião, Protetor, e Confortador.
"Líderes de igreja são "subpastores" que guardam o rebanho sob os olhos atentos do Supremo Pastor."

Líderes de igreja são "subpastores" que guardam o rebanho sob os olhos atentos do Supremo Pastor (Atos 20:28). Eles têm uma responsabilidade de tempo integral porque eles ministram para pessoas que, como ovelhas, freqüentemente são vulneráveis, indefesas, sem discernimento, e propensas a desviar-se.

Pastorear o rebanho de Deus é uma tarefa gigantesca, mas para pastores fiéis traz a rica recompensa da coroa imarcescível de glória que será concedida pelo Supremo Pastor quando Ele se manifestar (1 Pedro 5:4).

Se o seu pastor estiver levando a cabo os deveres requeridos no título do cargo que ocupa fielmente, lembre-se de seguir esta advertência da Bíblia:

"Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros." (Hebreus 13:17)

No Salmo 23 observamos a importância do Pastor para ovelha, é o Pastor quem checa onde sua ovelha tem se alimentado, se ela tem sido influenciada, se existe vestígios de larvas nos ouvidos de suas ovelhas...e se tivesse era necessário jogar azeite para que aquilo fosse expelido.

***

Mas hoje é difícil encontrar Pastores com tanto zelo por suas ovelhas, somente aqueles que desenvolveram o caráter de Cristo em suas vidas que ainda conseguem ter essa preocupação com o seu rebanho, o cuidado pelas ovelhas tem se perdido no mundo de hoje, ficando evidente a falta desse caráter, falta de amadurecimento e interesses próprios. (Nota Mulheres Com Propósitos)

Para os fluentes em inglês, recomendo o
site deste grande pregador e teólogo. Pregações em audio, vídeo, livros, artigos e o famoso PODCAST GRACE TO YOU. Pastor John MacArthur é TOP 5!

1 N. do Trad.: Em inglês ocorrem duas palavras: pastor é usada para o ministro do evangelho e shepherd para o pastor de ovelhas.
2 N. do Trad.: No original, na tradução citada por MacArthur, “exercising oversight” (exercendo supervisão).
Fonte: Extraído de Pulpit Magazine / Bom Caminho
Tradução: Juliano Heyse

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Eu não tenho o telefone do Malafaia!


Silas Figueira

Há alguns anos atrás eu estava no gabinete da igreja quando o telefone tocou.

Quando atendi ao telefone, a pessoa do outro lado da linha disse que queria falar com o pastor Silas e se ele estava.

Eu lhe disse que era o pastor Silas quem falava. Então ele se apresentou e me disse que era de uma igreja batista de uma outra cidade e se haveria a possibilidade de pregar em sua igreja em um congresso de jovens, me explicando que já havia ligado para o Pr. Silmar Coelho, mas nessa data ele estaria nos Estados Unidos, e que havia ligado para a cantora Eyshila, mas ela também não poderia estar no congresso naquela data. Então eles se lembraram de mim e resolveram ligar para ver se haveria a possibilidade de estar pregando no congresso.

Eu olhei a minha agenda e verifiquei que na data que queriam, apesar de ser um feriado prolongado, eu estaria livre. Então veio a famosa pergunta:


- Quanto o senhor cobra para estar pregando em nosso congresso?

Então lhe falei que não cobrava nada. Ele surpreso me disse:

- Nada!

- Nada. Respondi.

Então o rapaz me disse com muita empolgação:

- Pois eu quero lhe dizer que o senhor receberá uma boa oferta da igreja.

Confesso para vocês que eu fiquei surpreso, pois alguns anos antes eu havia pregado nessa igreja e ela não tinha paredes e eu nada cobrei e nem nada recebi. Voltei para pregar lá novamente, dessa vez já havia paredes e me deram uma oferta para cobrir as despesas da gasolina. Queridos, confesso para vocês uma coisa, não cobria a metade da gasolina que eu havia gasto, mas tudo bem.

Enquanto ele me falava pensei comigo: “Vou levar um grupo da igreja para esse congresso”. Mas aí ele completou:

- Não só uma boa oferta, mas o senhor terá todas as despesas pagas e dormirá num hotel fazenda excelente que temos aqui na cidade.

Meus irmãos, na mesma hora eu desisti de levar comigo a igreja; só vou com a minha esposa e não vou nem levar as crianças, meus filhos nessa época ainda eram bem novos. Hotel fazenda, boa oferta e ainda todas as despesas pagas. Que mudança. Que benção. Como estava mudada a igreja. Tão liberal e tão próspera.

Enquanto eu pensava nisso, o abençoado no outro lado da linha me disse assim:

- Pastor o senhor é muito famoso aqui em nossa cidade.

Aí eu pensei: “Famoso?” Ta certo que eu havia pregado lá duas vezes, e confesso que foi uma benção, mas famoso? Foi quando perguntei:

- Eu? Famoso?

- É. O senhor é muito famoso aqui, afinal de contas o senhor não é o pastor Silas Malafaia?

Então eu falei:

- Não meu irmão, eu sou o pastor Silas Alves Figueira.

- Ué! Ai não é a Assembléia de Deus da Penha?

- Não querido, aqui é a uma igreja batista e fica em Teresópolis.

- Ah pastor me desculpe pelo King Kong que eu paguei! Eu queria falar era com o pastor Silas Malafaia, o senhor não tem o telefone dele aí não?

- Não meu irmão, eu não tenho.

Queridos, tudo bem que eu não sou o Malafaia, mas também não sou nenhuma “Mala Sem Alça”. Por qual motivo o Malafaia tem boa oferta, despesa paga e hotel fazenda e para o Malafeia não têm nada? Só porque ele é famoso? Por que será que para o Pastor Silmar Coelho e para a cantora Eyshila podia ter honras financeiras e para o Malavazia não podia ter nada? Será que só eles merecem não ter gastos financeiros?

Fico imaginando eu e a minha querida esposa chegando à cidade e dando de cara com os cartazes, “Hoje estará conosco o famoso pregador Silas Malafaia.” E chega ao congresso o não famoso Malavazia com a sua digníssima esposa, que não se chama Elizete, mas Cláudia. Graças a Deus que o abençoado falou que o outro era famoso e eu achando que era eu. Já parou para pensar que situação eu iria enfrentar e eles?

Meus irmãos esse ocorrido me fez ver que quanto mais famoso você for, mais honras você recebe, como se a honra estivesse na fama e não na pessoa. Eu não tenho nada contra o pregador ou cantor receber uma oferta por ir a uma igreja para ministrar, o que eu não aceito é essa cobrança que se anda fazendo por aí. Pregadores e cantores cobrando para ministrar e cobrando alto, exigindo coisas que não tem lógica. Eu soube de um pregador que após pregar foi convidado a ir à casa de uma família da igreja para jantar. Quando ele viu que o jantar era sopa (pois estava muito frio naquela noite), ele disse para o dono da casa que por “aquilo” ele não dava graças, e foi jantar em outro lugar. Quanta arrogância entre os “famosos”, muitos vieram de lugares pobres, e muitos deles nem tinham o que comer direito, mas basta um pouquinho de fama e já começa o chilique, não como isso, não como aquilo. Onde isso vai parar meu Deus? Se alguém souber a resposta me diga por favor.




Pr Silas Alves Figueira, que não sabe o telefone do Malafaia.
Publicado em
Ministério Batista Beréia


PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

FELIZ ANO NOVO EM CRISTO JESUS!

"No novo ano tudo vai ser diferente!Vou deixar meus maus hábitos!"

Você também tomou resoluções desse tipo, usando a mudança de ano como data para uma virada em sua vida?

A cada novo ano, muitas pessoas tomam resoluções radicais para suas vidas.

A mudança de ano vem acompanhada de uma certa aura de transformação, levando-nos a crer que nessa data será mais fácil romper com maus hábitos e superar fraquezas de caráter.

O que sobra de todos esses bons propósitos?

O que resta das decisões tomadas em datas aparentemente significativas?

Talvez alguns se lembrem que no dia 9/9/99 foram realizados muitos casamentos em diversas partes do mundo.

E agora certamente os primeiros desses matrimônios já estão desfeitos.

Harmonia rompida e promessas de fidelidade não cumpridas levaram ao fracasso.

Pedro garantiu certa vez a seu Mestre:

"Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei" (Mt 26.35) – mas ele falhou vergonhosamente.

Será que o comportamento desse discípulo não espelha nossos próprios propósitos vãos?

Será que também nós não falhamos repetidamente?

Paulo escreve
:

"Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19).

Muitos de nós procuram desculpar e minimizar suas falhas, dizendo:

"Paulo também era assim..."

Mas ele, nessa passagem, procura apenas demonstrar a luta entre o bem e o mal dentro de cada um de nós.

Em outras passagens fica muito claro que ele estava empenhado com todas as suas forças em viver uma vida vitoriosa.

Paulo prosseguia em direção ao objetivo, em direção a
Cristo:

"...prossigo para o alvo..." (Fp 3.14).


No caso de Daniel, a chave para sua vida vitoriosa estava muito bem definida.

Ele também chegou ao ponto em que tomou uma resolução
:

"Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia" (Dn 1.8).


Daniel conseguiu colocar sua resolução em prática porque, mesmo sob ameaça de morte, em nenhuma circunstância deixou de orar três vezes por dia ao seu
Deus:

"três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer" (Dn 6.10b).


Esse hábito era algo natural para ele.

Mas é justamente nesse ponto que todos os nossos bons propósitos falham.

Estamos dispostos, temos o firme propósito de deixar de lado maus hábitos e velhos defeitos.

Dizemos a nós mesmos
:

"A partir de 1º de janeiro vai ser para valer!"


Mas falharemos vergonhosamente mais uma vez se apenas deixarmos os maus costumes de lado, sem nos habituarmos a levar uma vida realmente voltada para Deus.

Como está nossa relação com Deus?

Tornou-se hábito para nós ler Sua Palavra, orar e servi-lO?

Acerca de Jesus está escrito
:

"E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse:

Orai, para que não entreis em tentação" (Lc 22.39-40).


É nesse sentido que o blog CAMINHO PLANO deseja a todos um ano muito abençoado, um ano em que nossos hábitos e costumes nos levem para mais perto de nosso Senhor e Mestre.
"Orai, para que não entreis em tentação!"

FELIZ ANO NOVO EM CRISTO JESUS!



Que Deus abençoe a todos.
PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Começar bem e só o começo.

Começar bem e só o começo. A sentença parece um pouco redundante, mas, observando-a atentamente, este aparente equívoco é desfeito rapidamente. A propósito, como você começou 2012? A obviedade marca a maioria das respostas: Comecei bem! Muita alegria, disposição, expectativas, roupas novas, comidas, bebidas, amigos, etc.

Os ritos de passagens sempre são e sempre foram um traço muito forte nas mais diversas culturas e sociedades. Não só aqueles que marcam a passagem para a vida adulta, para o matrimônio, para o ingresso em comunidades e até para a morte. A passagem de um ano para o outro, faz parte deste universo repleto de encantos, magias e simbolismos.
O ser humano vive dominado pela preocupação excessiva de começar bem tudo que o faz, “começar com o pé direito”. Para atestarmos esta verdade basta observarmos as festas de calouro no ingresso da faculdade, festa de casamento, as primeiras ações de um empreendedor encantado com o seu negócio próprio, a lista de presença dos primeiros meses de qualquer curso, as academias no começo do ano, etc.. O mais importante não é simplesmente começar bem.  O fato mais relevante é ir bem e ainda melhor, terminar bem. Começar bem é só o começo.  É preciso combater o bom combate, concluir a carreira, guardar a fé. (2 Tm 4:7).   
Lamento desapontá-lo (a), mas, 2012 não será lindo, perfeito, maravilhoso simplesmente pelo fato de que você começou bem. Na verdade, isto não significa muita coisa. Não se iluda com isto! O primordial é que você vá bem ao longo do ano, respeitando os processos, sem queimar fases, e pegar atalhos.  Começar bem é pouco demais, o que fará toda a diferença é o fato de você persistir na caminhada certa e não desistir jamais. 
Comece bem!
Caminhe bem!
Conclua bem!
Termine cada fase, projeto, tarefa, missão, CICLOS. Pois, a vida continua sempre e recomeça todos os dias.

"Combati o bom combate, completei a carreira (ministério) guardei a fé" Apóstolo Paulo (2 Tm 4:7)

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Livro: Grandes Igrejas. Pequenos Lideres

Grandes igrejas, pequenos líderesSinopse

Este livro é dedicado aos milhares de pastores “des­conhecidos” que dedicam a vida com abnegação, esforço e às vezes falta de reconhecimento, porque amam as ovelhas que Cristo lhes confiou. De outro lado, quase sempre desenvolvem seu ministério sem ferramentas ou recursos apropriados, mas conseguem, pelo próprio esfor­ço e, acima de tudo, pela graça de Deus, construir “grandes igrejas”, não em número de membros, mas em espiritualidade, simplicidade e amor a Cristo.

Não menos importante, este livro é dedicado aos milhões de “líderes pastorais” que Deus levantou nos últimos anos. São líderes de pequenos grupos, células, grupos familiares ou líderes que ministram à vida de
crianças, adolescentes, jovens ou casais. Tais líderes não aparecem, não estão na capa das revistas gospel, nem nos programas de televisão, mas constroem todos os dias uma igreja forte e grande, basica­mente obedecendo à ordem de Jesus de fazer discípulos e ensinar a eles todas as coisas.

Este livro visa encorajar aos lideres – servos a continuarem servindo. Desafiá-los a conti­nuarem sendo “pequenos líderes”, por mais que cresçam, e contribuir para que sua visão seja a de construir “grandes igrejas”, não apenas em ta­manho, mas em espiritualidade, discipulado, transparência e semelhança à Cristo.

Depoimentos:

"Ouve-se muito dizer que o bom líder é aquele que serve. Mas, onde podemos receber ensinamentos e detalhes de como servir? O autor, começando com Jesus, detalha o significado, características e atitudes, de um líder-servo para que ele seja, aja e treine outros para que também o sejam. O livro é rico de textos bíblicos, com um toque de abençoada devoção. Você será enriquecido lendo e estudando este livro.
"Ary Velloso Fundador da Igreja Batista do Morumbi – SP e da Igreja Batista do Catuaí – Londrina- PR
"Recomendo este livro porque concordo, inteiramente, com o pastor Josué Campanhã, pois os líderes que têm coração de servo, além de cumprirem a exigência de Jesus, nosso líder-mestre, terão melhores chances de ser bem sucedidos.
"Russell Shedd, Ph.D Missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil

"A figura do líder carismático, multitalentoso (com mais de “cinco talentos”) e centralizador, muitas vezes, e em muitos lugares, impede que a igreja seja o corpo de Cristo. Grandes igrejas, pequenos líderes, é um livro bem pesquisado, fundamentado nas Escrituras, com uma forte ênfase sobre o ministério de Jesus Cristo. É prático e aplicável, nos relembra a força, a importância e o alto impacto do sacerdócio universal de todos os crentes. Recomendo este livro com alegria.
"Jeremias Pereira
Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte-MG


"Da servitude de Jesus, no “lava-pés”, ao arrojado investimento do conde Zinzendorf, na preparação e envio dos membros morávios, Josué Campanhã, neste precioso livro, resgata o conceito de liderança servil e relacional aplicado à gente comum, que, fora dos holofotes, dos títulos e dos púlpitos, exerce a função pastoral sob a unção, a graça e o poder do Espírito Santo de Deus.
"Armando Bispo Igreja Batista Central de Fortaleza - CE

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

COM TEMOR E TREMOR!

Nada molda mais sua vida que os compromissos que você escolhe fazer.

Seus compromissos podem desenvolvê-lo ou destruí-lo, mas de qualquer forma serão determinantes para você.

Diga-me com o que você está comprometido, e eu lhe direi aonde você estará em vinte anos.

Tornamo-nos aquilo com que estamos comprometidos.

É nesse estágio do comprometimento que a maioria das pessoas perde o propósito de Deus para a vida delas.

Muitos têm medo de se comprometer com qualquer coisa relevante para Deus e simplesmente ficam vagando pela vida.

Outros assumem compromissos superficiais, com valores conflitantes, o que leva à frustração e à mediocridade.

Outros se comprometem inteiramente com objetivos seculares, como enriquecer ou ficar famoso, e acabam desapontados e amargos.

Toda escolha tem conseqüências eternas; logo, é melhor que você escolha sabiamente.

Pedro adverte: “E assim, já que tudo ao nosso redor se derreterá, vivamos vidas santas e piedosas!”

Tornar-se semelhante a Cristo é o resultado de fazer escolhas em conformidade com Ele, dependendo de Seu Espírito para ajudá-lo a consumar essas escolhas.

Uma vez que tenha decidido seriamente se tornar semelhante a Cristo, você deve começar a agir de maneira diferente.

Você precisará se livrar de alguns procedimentos antigos, desenvolver novos hábitos e intencionalmente mudar sua forma de pensar.

Esteja certo de que o Espírito Santo o ajudará nessas mudanças, se você realmente deseja-las.

Deus lhe deu uma nova vida; agora você é responsável por desenvolvê-la “com temor e tremor”.

Isso significa levar seu crescimento espiritual a sério!

Não brinque com os valores de Deus, nem com Seus princípios.

Uma vida que louva e agrada a Deus é uma vida que trilha os Seus caminhos.
Crescimento espiritual é um esforço de cooperação entre você e o Espírito Santo.

O Espírito de Deus trabalha conosco, e não apenas em nós.

Nossas escolhas são nossa responsabilidade.

Se queremos verdadeiramente honrar e agradar ao Senhor devemos nos comprometer em viver um tipo de vida que o alegre.

Você tem buscado viver esse tipo de vida?

Que Deus abençoe a todos.
PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

9 motivos para um crente comemorar (ou não) o Natal!

por Zé Luís

Participo de alguns grupos de discussão. Entre eles, gosto muito dos Christians Nerds, e dos assuntos ecléticos ali debatidos. Entre eles, material interessante sobre o Natal, no qual me baseei para trazer a lista abaixo:

Há séculos , cristãos – ditos – protestantes celebram o Natal através de cantatas, jograis, dramatizações, embora é cada vez mais crescente novos grupos evangélicos que divulga essa data comemorativa como algo pervertido, oriundo do paganismo. As razões alegadas são as mais diversas: sua origem está ligada ao culto pagão ao deus Mitra, que a data real do nascimento, 25 de dezembro está incorreta e ligada a cultos pagãos, que a árvore de natal é originária de Babilônia, que não existem referências bíblicas que justifiquem tal celebração...

Enfim: os adeptos da Teologia Conspiracionista expõem uma galeria de argumentos de aparência piedosa, mas eles resistem a um contra argumento simples?

1)“Jesus não nasceu em 25 de dezembro”.
 
Provavelmente não. Mas a legitimidade do Natal não exige essa exatidão, já que a celebração comemora a encarnação de Deus entre os homens, assim como não existe unanimidade na exata idade em que foi crucificado, ou até, no ano em que nasceu.

Convencionar uma data não torna a celebração pagã, já que mesmo a Pascoa tem a data alterada a cada ano. Muitos não tem ideia da dimensão do milagre ocorrido quando a data é celebrada, já que o criador dos Universos dos Universos se fez um pequeno bebê nas poeirentas terras do Oriente Médio de 2000 anos atrás. A data escolhida por Ele só teria real importância para aqueles que querem fazer mapa astral, com seus ascendentes e descendentes.

2)  “25 de dezembro era a data romana onde se comemorava a adoração ao Sol Invictus”.
 
Fato: a partir do momento que Roma experimenta a conversão ao Evangelho, as homenagens antes feitas ao sol, agora são direcionadas a Jesus. A associação do Messias a um brilho que ofuscava o próprio Sol tornou-se uma ideia cada vez mais aceita entre os novos convertidos, já que a crença local não o via apenas como ser iluminado, mas autor, inclusive, da própria luz.

Imaginemos – minha fé hoje não é tão grande assim – que os brasileiros se convertessem a ponto do Carnaval não ser mais uma festa aceita, e se transformasse numa celebração ao Espírito. Haveria algum tipo de problema com a conversão dessa data atualmente tão nociva?

3) “A árvore de Natal descende da antiga Babilônia, desde tempos de Ninrode...”

O detalhe, mesmo se essa informação for constatada como verdadeira, é que uma coisa não invalida a outra, já que a árvore não é um simbolo exclusivo desse culto pagão. Se, em alguma longicua tribo de 10.000 anos atrás, nomades cultuavam deuses pagãos como Astarote, Moloque ou Baal, hoje o simbolismo poderia ligá-la a Arvore da Vida. O pinheiro mantém suas folhas verdes, mesmo no mais duro inverno ou na mais extenuante seca, sempre apontando para o alto, reta, em direção ao céu.

Se para o pagão, o Domingo é o “Dia do Sol” (Sunday), para o cristão é o “Dia do Senhor”. Se para o movimento GLBT, o “arco-íris” é o símbolo deles, para nós é o sinal da aliança entre Deus e a terra (Gn 9.13). Simbolismos variam de grupos para grupos.

4) “A Bíblia não prescreve essa comemoração”.

A igreja é por excelência um lugar de celebração. Nela celebramos o culto a Deus, mas também celebramos as ações de graças, nascimento dos filhos, o casamento, as bodas de ouro de nossos pais, os 15 anos da filha, o aniversário da igreja, o aniversário de seus membros. Porque então ela não celebraria o maior evento de todos, que é a Encarnação do Verbo? Muitos que são contrários ao natal, deveriam ser coerentes e nem se lembrar do aniversário da esposa. Aí eu quero ver! [Detalhe: as igrejas contrárias ao Natal fazem grandes festas celebrando o próprio aniversário].

5) “Trocar presentes é invencionice do Natal”

No passado, o povo de Deus separava um mês do ano para fazerem banquetes e trocarem presentes uns com os outros (Ester 9.22-23).

6) “O Natal foi comemorado a primeira vez somente no ano 356”.

Engano: o 1º Natal foi comemorado junto às campinas onde um grande coral de anjos louvou: “Glória a Deus nas maiores alturas....”

7) “Não é bíblico”

Se nas igrejas não há nenhum impedimento de se realizar cultos temáticos alusivos ao Pentecostes, à Páscoa, à Paixão, por que não realizar cultos alusivos ao nascimento de Jesus num determinado mês do ano? Se em maio as igrejas fazem cultos alusivos à Família, porque em dezembro – ou qualquer outro mês - não pode fazer alusivo ao Nascimento de Jesus, que é um tema bíblico tão detalhadamente narrado pelos evangelhos?

8)É uma data apenas para o consumismo.

Quando eu não conhecia a Cristo, a data que mais me aproximava Dele – ou onde mais se falava desse Nome – era o Natal. Como cristão praticante, todos os dias são próprios para falar de Jesus. Mas podemos imaginar o que um homem como o apóstolo Paulo faria, se tivesse uma data dessas, com boa parte da população mundial se atendo ao assunto, como não faz o ano inteiro.

9) Natal é uma festa mundana.

Negativo: ouça a Simone cantando que é uma festa cristã. Qualquer distorção mundana é uma apropriação indevida que os interesses desse mundo implantaram em prol de seus benefícios. O uso das agências de propaganda do natal para alavancar as vendas não transforma o nascimento de Jesus, confirmado na História, em um presépio de eletrodomésticos, TVs de 50” e celulares de última geração. Quem faz isso somos nós.

Justificar a não comemoração da data pelas distorções impostas pelo sistema é dizer que nossa devoção pelo Deus Altíssimo perde o valor por conta das abominações humanas. É incoerente.
 
Vivemos de acontecimentos cotidianos, mas também de eventos especiais e marcantes em nossas vidas, vivemos de memórias e celebrações. Sem a lembrança das coisas passadas, dos eventos alegres e significativos, tornamo-nos duros, secos, e esquecemo-nos dos feitos do Senhor. O salmista nos ensina: "Recordarei os feitos do Senhor, sim, me lembrarei das tuas maravilhas" (Sl 77.11).

Natal é uma delas que sempre faço questão de lembrar.

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"

Que natal você comemorou?

Dois Natais acontecem todos os anos, no mesmo mês… Um é o natal de Jesus, O Filho de Deus.

O outro é o natal de um papai bonachão que não vem do céu, e que só dura um dia, e logo se desvanece.
O Natal de Jesus é uma festa de abundante vida e alegria, que acontece na alma, oriunda do trono de Deus, onde sua vinda a este mundo é comemorada.

O outro é o natal de Noel, que também é chamado de papai e que “presenteia” as crianças. Diz: “ho ho ho” e está sempre acompanhado de nefastos seres elementais “duendes”.
Que irônica utopia!

Tão “bonzinho”, só é lembrado neste dia…. porém, nos outros dias do ano onde está ele? Quer saber? Eu lhe digo! Materializa-se em objetos de consumo forçando seus seguidores a comprar, comprar e comprar, afinal, são todos dominados pela entidade… ops! desculpe! Espírito de natal.

Por outro lado o Natal de Cristo Jesus é real. Não se conhecia ainda o velhinho bonachão, mas o Cristo já era adorado desde a eternidade, e continua sua eterna existência cumprindo sua missão de trazer salvação ao mundo.

Infelizmente muitos há que trocam o real pelo imaginário, a Verdade pela fantasiosa suposição infundada, preferem o glamour das árvores cintilantes, neves, chaminés, trenós, magias, etc, ao tosco e pesado peso da renúncia, chamada por Cristo de “Cruz”.

Que pena… o verdadeiro Natal foi esquecido; o menino que nasceu em Belém, numa manjedora, para trazer a resposta, morrer pelo homem,ressurgir dentre os mortos e garantir assim vida eterna com Deus nem se quer é mencionado, foi esquecido, foi abandonado.

Que tipo de natal você festejou? O natal de Jesus, que é eterno, ou… um falso natal que dura apenas um dia? Se durar!

Não espere presente neste final de ano, o maior de todos voce já ganhou, foi o Dom de Deus, Jesus.

Em meio às árvores, duendes, manjedouras, “bons velhinhos” , trenós e tudo o mais, prevalece a tosca Cruz. Não te iludas com meras lâmpadas se podes possuir a Vera Luz. Como? Trocando o falso natal pelo Natal de Jesus.

Feliz Renascimento

PIB-Juína "A casa do Povo de Deus"